O Produto Esportivo

São produtos esportivos: a NBA (Associação Nacional de Basquete-EUA), a Liga dos Campeões da UEFA (União Europeia de Futebol), a J-League (Liga Japonesa de Futebol), a Heineken Cup (principal torneio de equipes de Rugby na Europa) e o “6 Nações” (renomada competição de seleções de Rugby), por exemplo.

Não são produtos esportivos: o Campeonato Brasileiro de Futebol e a Copa Santander Libertadores. Nas duas competições são poucos os atrativos: não há organização, os estádios são péssimos. Nos jogos à noite, a iluminação é precária. O trabalho da imprensa é dificultado. Na transmissão das partidas, os microfones instalados à beira do campo reproduzem palavrões infindáveis. O ouvido do telespectador não precisa sujeitar-se a isso. Para não falar dos sites, sem quaisquer estatísticas ou informações.

Levando tudo isso em linha de conta, qual o apelo comercial destes torneios? Jogo bonito? Raça argentina, garra uruguaia? Enganaram-se. Poderia ter, certamente, mas as instituições esportivas organizadoras destas competições não a desenvolvem para tal. Faz-se um excelente evento que foi o sorteio dos grupos para a Copa Santander Libertadores, mas a CONMEBOL (Confederação Sul-Americana de Futebol) permite os clubes jogarem em estádios com capacidade para dez mil pessoas.

Como diz Zico, ex-futebolista: “Troca-se uma lâmpada. Queimam outras quatro.”

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