Rapi10, pacientes: pensaram já uma seleção brasileira com o Pato, do AC Milan, Ganso, Élder Granja e Perdigão?Faltaria o Falcão abandonar o futsal e retornar aos relvados; o Gallo e o Ricardo Pinto voltarem no tempo!
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http://www.eldia.com.ar/edis/20100129/deportes45.htm
O blog no comentário da notícia do link acima, no diário “El Día”, de La Plata (capital da Província de Buenos Aires, Argentina)

Fundadores del Club, en la plaza de los Estudiantes, en una foto de los años 1970 ("Comercio do Jahu" 22 Nov 2008)
Este texto será escrito em castelhando devido ao grande número de acessos dos torcedores Pincharratas (Estudiantes de La Plata), interessados em conhecer mais sobre o Estudiantes de La Praça, do futebol amador de Jaú-SP
La plaza “Nene” Ferrari, popularmente conocida como “plaza de los Estudiantes” (Praça dos Estudantes) se encuentra en la confluencia de las calles Teniente Navarro y Capitán José Ribeiro y se ha vinculado a la rica historia del movimiento estudiantil. Fue inaugurada en el 28 Abril de 1932 en la gestión del alcalde Souza Ribeiro.
La plaza se convirtió en un lugar de encuentro y de juego para los niños que vivían cerca: “Mi infancia estaba allí”, recuerda Angelo Miras, más conocido como “Nego”, de 59 años de edad. “Nos hicimos amigos de los niños de la época, que eran los hermanos Grizzo, los Eloi y los hermanos y primos Rodriguez, Claudio y Carlos Vendrameto, João y Roberto Foganholo, entre otros”, dijo “Nego” Miras.
Roberto “Tatão” Grizzo, ha confirmado: “Hemos jugado fútbol, peón…”. Los niños, en su mayoría hinchas del Palmeiras – club de origen italiana como los 70% de la población de Jaú (135 mil personas) -, incluso tenía un equipo de fútbol. En 1967, cuando Palmeiras jugó y perdió la Copa Libertadores para los Estudiantes de La Plata, los chicos tuvieron la idea: para bautizar su propio equipo con el nombre de Estudiantes, en homenaje a los campeones, pero “de la Plaza” (de la Praça). “La idea surgió cuando estábamos en el antiguo restaurante de don Sergio Masiero”, recuerda “Nego” Miras. “En 4 de Julio de 1967 comenzó el Estudiantes de La Praça Futebol Clube“, añade Grizzo, actual presidente del club, que tiene su sede propia en la calle Capitán José Ribeiro, 63.
Creditos: diario “Comercio do Jahu”, suplemento “Nuestra Historia” del 22 Noviembre de 2008
Ontem conversava com um amigo que, muitos dos que propõem-se a trabalhar com esporte (principalmente em gestão e na mídia/nos media), fazem, falam e comentam o óbvio. E este blog não procura dizer o óbvio, tenham certeza disso. E se disser, por favor, avisem.
Um país para crescer é preciso investir em ciência e tecnologia, pesquisa e desenvolvimento. Isso não sou eu que digo, mas um prêmio Nobel de Economia que não vou me lembrar agora. Bom, para crescer então, é preciso inovar. E inovar/crescer/progredir é não dizer/ficar o/no óbvio.
Ficar no óbvio é um câncer (um cancro, como dizem lá em Portugal). É uma acomodação. E é o diagnóstico da gestão esportiva no Brasil.
Digo isso porque este abaixo é o projeto do sócio-torcedor da SE Palmeiras:
Não vejo vantagem em adquirir o programa. Pela quantidade e qualidade dos serviços que o estádio oferece, os descontos não compensam. Além disso, os benefícios ainda são poucos, não apenas em termos de descontos, mas por exemplo acesso a determinados setores do estádio e visitas ao CT da Barra Funda, encontro com os jogadores, acompanhá-los no ônibus oficial da equipe. Sorteios de itens relacionados ao clube também. Pelo que parece querem sugar o torcedor! O torcedor é um cliente que precisa ser satisfeito, não apenas em termos de resultados desportivos. É preciso cativá-lo e fidelizá-lo. Talvez pensem nisso e por alguns motivos ou outros, não tomaram estas iniciativas. Ficar também aqui a falar, é fácil. Estar lá dentro e fazer, é outra história. Bom, 50% de chances que sim; 50% que não.
Se foi falado algo óbvio até agora, me avisem.
Oxalá o programa esteja indo bem, com muitas adesões! Provavelmente a SE Palmeiras terá melhores oportunidades de explorar este projeto quando o novo Parque Antarctica estiver pronto. Bom, aí não se sabe quem mesmo irá explorar a nova instalação: o clube, a W Torre (construtora) ou a Traffic Arenas (supervisora). A ver vamos.
Diz o presidente do Santos FC que existem 98% de chances de que Robinho volte a jogar por lá.
Queridos pacientes, lembrem-se que eram também 98% as chances de o Fluminense FC ir para a Série B do Campeonato Brasileiro no ano passado.
Esses números, não valem!
PS: Os 98% de chances de vinda do Robinho confirmaram-se e ele vem mesmo, em 100%. 29 Jan 2010
Lembram-se deste filme? Então, pessoal: a cidade de Augusta, no Estado do Maine (EUA) criou uma liga de basquetebol apenas para jogadores brancos.
Na África do Sul, durante o Apartheid (1910-1992), havia ligas desportivas ou só para negros; ou só para brancos: em pugilismo, futebol, Rugby e surfe. Dessa maneira, o país foi banido das competições internacionais. Entretanto os EUA dificilmente serão banidos por isso.
Tão ignorante quanto foi a declaração do presidente desta liga de basquetebol mag slegs vir blankes (“permitida somente para brancos”, em Africâner):
“Não há nada de ódio no que estamos fazendo. Eu não odeio ninguém de cor. Mas as pessoas brancas, os cidadãos norte-americanos estão em minoria agora”
Ora, isso como se os cidadãos norte-americanos fossem exclusivamente os brancos. E os brancos vêm de onde? Oriente-Médio, Cáucaso, Leste Europeu, Europa Ocidental, Setentrional e Meridional. Norte-americanos mesmo, legítimos são os Cherokees, os Navajos, os Choctaws, os Sioux, os Chippewas, os Apaches, os Aleutas e os Esquimós. Eles, ao contrário das tribos indígenas do Brasil, ainda existem. No entanto não há liga desportiva exclusiva para eles. E nem deve haver, senão é racismo.
A criação desta Liga contraria todos os valores desportivos e pressupostos do Comitê Olímpico Internacional. Entretanto, surge um debate: se na NBA (Liga de Basquetebol Norte-Americano) há um predomínio dos jogadores de origem africana, é porque há uma pré-disposição desta etnia para esta modalidade. Da mesma maneira que etíopes e quenianos nas provas de atletismo de longa distância. Na natação não se vê tantos africanos, pelo facto de a estrutura óssea deles ser mais densa que a dos brancos ou amarelos. Ademais, no tênis-de-mesa predominam os orientais.
Enfim, resta saber se os EUA do Sr Obama permitirá isso.
Prezados pacientes, espectacular o equipamento nº2 de Gana no jogo de ontem, contra o Burkina Faso pelo Orange Campeonato Africano de Nações CAF Angola’2010.

Equipamento Away de Gana no Orange CAF Angola’2010 (2010jerseys.com)
Além da 3ª camisa lançada em conjunto e comum para as seleções africanas no Mundial de junho, é esperar para ver o que prepara a Puma para a África do Sul!
Há novidades em “Utilidade Pública”. Confiram!
Começo de ano e todos sempre lêem nos jornais, ouvem nas rádios e vêem na TV comentários e previsões para o ano desportivo em 2010.
É cada uma que temos que ouvir!
Seguem abaixo as previsões deste blog. E serão certeiras:
#1: O clube que fizer mais pontos no campeonato nacional será o campeão brasileiro, caso o torneio não seja levado ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva);
#2: Haverá arbitragens polêmicas no Mundial FIFA 2010 na África do Sul;
#3: Atletas serão pegos em controle anti-doping;
#4: O comportamento de Maradona será instável;
#5: Pelé dará palpites sobre quem vai ganhar a Copa. E vai dar o contrário!
#6: Os EUA não serão campeões mundiais no basquete masculino;
#7: As chances de rebaixamento para os clubes que ficarem entre os 4 últimos do Campeonato Brasileiro das séries A e B após a última rodada, serão de 100%.
É rir para não chorar!
PS: A Dercy faleceu em 2008!
Outra “zebra” passeia pela Copa Africana de Nações, em Angola. Camarões hoje perdeu pro Gabão. Festa em Libreville!
Zebra? Tem gente que acredita em zebra! Os internacionais do Gabão e de Malawi não são destaques em seus clubes. Isso cheira mais a lobby do futebol europeu para que os melhores jogadores que por lá atuam voltem o quanto antes!



