Antijogo

Racismo no esporte existe, infelizmente. Os exemplos são vários. Racismo no esporte e na América do Sul? Existe, sim senhor! Escrevo um “infelizmente” elevado à 2ª, 3ª, 4ª potência. É constrangedor e decepcionante, afinal trata-se de um continente que reúne várias etnias de índios, negros e brancos.

A última aconteceu no Sul-Americano Sub20 no Peru. Diego Maurício, jogador do Brasil, foi hostilizado com sons feitos pelos torcedores e que lembravam um macaco. Ora, levando em consideração que a maior parte do público daquele jogo era peruano, quem é o maior jogador da história daquele País? Teófilo Cubillas, negro. No mínimo contraditório. Os exemplos históricos não param por aí. As imprensas argentina e uruguaia costumavam debochar do Brasil com humor negro. Alguma parte da imprensa brasileira se atualmente se refere ao Paraguai com falta de consideração.

Foram (são) índios, negros e brancos que construíram e formam este continente. Se o esporte Sul-Americano é bem sucedido, muito se deve a essa mistura de raças, como dizia Gilberto Freyre no Brasil e como é preconizado na Argentina com o estilo “criollo”. Este tipo de antijogo, no século XXI, em nossa própria casa, não.

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