1º toque: Fernando Torres (atacante da Espanha) reclamou do clima e das distâncias entre as cidades durante a Copa das Confederações. Clima em termos de tempo e temperatura. Se sabiam onde iam jogar, podiam se preparar pra isso a fim de minimizar os riscos. Recife não é a mesma coisa em Julho que BH, assim como em Janeiro. Para 2014 sugiro aulas de noções de geografia aos gestores das seleções, para explicar quão grande e complexo é o Brasil, em clima e deslocamento. Quem não quiser vir, não venha.
2º toque: Sobre a coluna ‘Um Toque’ de hoje no Lance!, as entidades de administração do esporte são de Direito Privado, por isso o governo não pode intervir. Pode fazer isso através das Secretarias nacionais e do Ministério do Esporte. Por razões jurídicas é o máximo que podem fazer, e obviamente se aproveitam das vitórias no esporte para poderem se promover. Olho lá, não estou por defender esta prática, apenas torná-la melhor compreendida. E vai ser assim. Os últimos posts deste blog têm tratado disso. Cabe ao receptor da mensagem em aceitá-la ou não. Se as entidades de administração do esporte precisam mudar, isso tem que começar pelo torcedor. O torcedor/associado é quem elege a diretoria do clube. E vai ser o clube ajudará a compor a Federação estadual, que por sua vez elegerá a instituição nacional.
Brasil e Peru