Archive for the 'Gestão do Esporte' Category

Jiu Jitsu Brasileiro é Poder Brando

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Jiu-Jitsu Brasileiro nas Filipinas

Neste último texto do ano ainda levanto alguns pontos sobre o esporte como “poder brando”, o soft power (Nye, 1990). São fontes de poder intangíveis, como cultura, ideologia e demais instituições, em detrimento das formas de poder tradicionais, como a militar (“hard power”). Usa-se o “soft power” para conseguir o que se quer sem usar o “hard power”. É capaz de moldar, influenciar e determinar as crenças e desejos dos demais. Com isso se alcançam objetivos para uma política externa através de meios não materiais.

Imagino o quanto o futebol inglês colabora com a imagem do Reino Unido pela Europa com o “Brexit” em curso. Ou então o apoio à independência catalã em função da diplomacia pública que exerce o FC Barcelona. Sem falar do Qatar e Emirados Árabes Unidos com seus patrocínios milionários e conglomerados esportivos que estão por disneificar* o esporte.

Foi com esta tempestade cerebral que tomou boa parte do meu tempo livre – ou de trabalho – nas últimas semanas, que comecei a refletir onde estão a diplomacia pública e o poder brando do Brasil. No esporte. Face à irrelevante atuação brasileira na política internacional, a diplomacia pública exerce importante papel na projeção do país pelo mundo. Não apenas na política, mas na opinião pública. As telenovelas, por exemplo. No entanto, dentro do esporte, a seleção de futebol outrora excelente instrumento de relações públicas, já não possui tanta força. Marta foi eleita a melhor do mundo por muitas vezes consecutivas recentemente. Entretanto, o futebol feminino – infelizmente – não possui semelhante projeção como o masculino. Existe sim, uma grande oportunidade com Neymar, Gabriel Jesus e uma eventual conquista da Copa 2018. Mas não, não é suficiente.

E então eu abro o facebook e vejo a postagem de um conhecido meu, instrutor de Jiu-Jitsu, que vive em Oslo (Noruega), com uma foto da franquia da academia da família Gracie. Na parede, uma bandeira do Brasil e a foto do Sr. Hélio Gracie. Na fachada, a inscrição: “Brazilian Jiu Jitsu” (BJJ). Uma pesquisa de 30 minutos na internet foram suficientes para constatar o quando que a luta é admirada no mundo todo, com milhões de seguidores, que carrega o nome e o pavilhão do Brasil. Ademais, com uma cultura de valores que colaboram com a imagem do país (sobretudo quando a bandeira está exposta). Pena não ser tão popular como é o futebol. Sem sombra de dúvidas é o principal representante de uma diplomacia pública brasileira.

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Com tudo isso, é mais que na hora para que haja maior integração entre o esporte brasileiro e a política externa do país. Afinal, são atores como o BJJ que fazem muito mais que embaixadas e diplomatas espalhados mundo afora.

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Em tempo: o BJJ é condição “sine qua non” para ingressar nas Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos. Para crescer na hierarquia militar daquele país, é necessária a aprovação no exame para subir de faixa.

* Disneificação (Disneyfication): processo pelo qual tem se transformado o futebol em função da aquisição de clubes/equipes/franquias de diversas modalidades dentro de conglomerados empresariais. Caso do Liverpool FC (Inglaterra) cujo dono é também proprietário dos Red Sox de Boston (beisebol) e no caso do futebol, Manchester City FC e New York City FC pertencem ao mesmo grupo. Existem outras “holdings” também, como a do Atlético de Madrid (ESP) com o do Club San Luís (MEX).

O “Conselho de Segurança” do Futebol

Com a classificação do Peru para o mundial de futebol da Rússia no próximo ano, a América do Sul terá 5 representantes no evento. Os outros quatro são Argentina, Brasil, Colômbia e Uruguai. A região tem 10 seleções. Metade delas vai para a Copa. Logo, 50%!

Alta proporção em relação aos outros continentes. A Europa possui 55 membros e teve 14 vagas (25,45%). A Ásia, 47 e 5 vagas (a da Austrália foi na repescagem), 10,64%. A África, 5 vagas entre 56 federações nacionais, 9%. A América do Norte, Central e Caribe, 3 em 41 integrantes (7,3%). A Oceania não teve nenhum classificado entre os seus 14 membros.

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Peru celebra gol que o classificou para o Mundial de Futebol em 2018

É grande a proporção de equipes classificadas da América do Sul. É mercado populoso e com poder aquisitivo, mas incomparável com outras partes do mundo como a Ásia, Europa e América do Norte. Por que tamanha diferença nestas proporções? Levanto aqui algumas hipóteses:

  1. Torneio de seleções mais antigo do futebol, a Copa América, de 1916;
  2. Número de títulos mundiais, vice-campeões e semi-finalistas em Copas (Chile já foi terceiro em 1962), em proporção ao número de equipes na Confederação da América do Sul;
  3. Contribuição com o jogo;

Ainda assim acho bastante alto o índice de 50%. Por que as Américas não têm uma confederação continental apenas? A maneira como a modalidade foi organizada na América do Sul foi completamente diferente da das partes Central e do Norte, bem como das ilhas do Caribe. Por que Suriname, Guiana e Guiana Francesa não fazem parte da Confederação Sul-Americana? Pela organização política, econômica, social e cultural desses países e território ultramarino francês, que estão mais próximos dos do Caribe do que dos da América do Sul.

 

Por analogia, a América do Sul no futebol lembra o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas, que zelam pela manutenção da paz e segurança internacional. Seria a “Liga da Justiça”? É…por aí, vai. Cinco membros do CS são permanentes e possuem poder de veto: República Popular da China, Federação Russa, República Francesa, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e Estados Unidos da América. Os outros 10 países ocupam posição rotativa no CS que dura dois anos.

Se a presença permanente no Conselho e o veto é em preservação à natureza da ONU e da manutenção da balança de poder, tantas vagas para a América do Sul explica-se para preservar uma “balança de poder” do futebol mundial – que atualmente pende muito mais para a ordem econômica do hemisfério norte – e a natureza do jogo, que os sul-americanos receberam e aprimoraram, enquanto que hoje europeus e asiáticos a aperfeiçoaram, ao incorporarem a tecnologia e outros elementos que remontam à Revolução Industrial (1760, 1820 a 1840), como a psicologia do trabalho, os recursos humanos, a produção em série – produtividade, eficiência e eficácia – além da otimização do tempo.

Revolução Industrial que projetou várias modalidades esportivas, entre elas o futebol. Tema para outro texto!

Filosofia de Trabalho II

Como continuação do post anterior, escrito há mais de 2 meses, dou sequência no tema da “Filosofia de Trabalho”, tão importante para quaisquer organizações, esportivas ou não.

O conhecido Club Atlético River Plate (Buenos Aires/ARG) foi rebaixado dentro de campo em Junho/2011. Fora de campo, afundado em dívidas. Realizaram eleições e assumiu um novo presidente – remunerado e de dedicação integral -, responsável por criar uma equipe de gestores que daria a volta por cima com o clube anos mais tarde, e conquistaria a Copa Bridgestone Libertadores de 2015.

Recorto aqui alguns trechos da matéria “This is the Story of the Fall and Rise of River” (Esta é a Estória da Queda e Ascensão do River) da renomada revista inglesa “Four Four Two”. Algumas das mudanças mais significativas foi o resgate da filosofia do clube e o estabelecimento de uma cultura e ética de trabalho.

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“Mas algo se destaca, a coisa mais importante foi filosofia. Nós voltamos às nossas origens, desde as categorias de base até a equipe principal, de respeitar o estilo que nos tornou grandes e a nossa maneira de se jogar futebol. ” (tradução nossa)

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“…River começou a desempenhar com os 3 Gs que foram uma parte importante da aproximação do clube com o seu jogo: Ganar (Ganhar), Gustar (aproveitar/divertir-se) e Golear (golear).” (tradução nossa)

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“E para o River, ser River novamente foi, sobretudo, uma vitória de caráter.” (tradução nossa)

É cada vez mais evidente a questão de estabelecer uma filosofia organizacional nas instituições esportivas. Os próprios resultados das grandes equipes de ponta nas mais diversas modalidades deixam isso ainda mais claro.

Filosofia de Trabalho

Filosofia: Amigo da sabedoria, ou amor pelo saber, estudo dos problemas fundamentais ligados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos. Do grego Φιλοσοφία.

Para uma organização (esportiva ou não) implementar uma filosofia de trabalho (a verdade e os princípios morais dela), com base em sua missão, visão e valores, leva um tanto de tempo. Ela é importante para a adaptação de um colaborador e o estabelecimento de uma rotina, assim como é um dos fatores responsáveis por proporcionar entrosamento em uma equipe. É a representação da cultura de uma instituição. Em muitos casos, a implementação de uma filosofia de trabalho vem acompanhada por uma cartilha de direitos e deveres do colaborador.

Parece fútil, mas faz toda a diferença. Instituições centenárias, ou mais recentes porém sólidas, baseiam-se em uma cultura que se vislumbra em um primeiro momento para depois se desenvolver ao longo do tempo.

No futebol, dizem que o Corinthians possui algo parecido. Uma vez me disseram que o funcionário de chão de fábrica do clube é treinado a levar consigo a máxima “Aqui é Corinthians”. No Grêmio, igual, com a contratação de Roger como treinador do plantel principal e a manutenção de comissões técnicas fixas nas categorias de base. Aos poucos elas passarão aos jovens atletas um jeito de atuar próprio do clube, construído em mais de um século, através de jogadores notáveis e títulos importantes. No São Paulo, o Centro de Treinamento em Cotia possui poucos funcionários terceirizados, pelo mesmo motivo (funcionários do clube se identificam com ele, têm a essência do clube).

Insisto no tema porque reconheço este ser um dos problemas do esporte no Brasil, sobretudo no futebol. Os que citei no parágrafo anterior, são algumas exceções. O problema também ocorre em outros países. Patrick Vieira (hoje técnico do New York CFC) não quer ser treinador na Liga Inglesa porque acredita não terá tempo suficiente de implementar uma cultura de trabalho. Ele declarou à revista “FourFourTwo”: “It’s all about winning. There’s so much pressure” (Tudo é questão de vitória / É muita pressão).

Conheço um pouco dos All Blacks e a União de Rugby da Nova Zelândia. Quem é convocado para a seleção pela primeira vez ou é recrutado para trabalhar na sede da federação passa por um período de treinamento para saber onde se vai trabalhar (ou jogar), para quem (com quem) e quem na história ajudou a fazer a instituição. Isso sustentado pela Missão, Visão e seus Valores.

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Voltamos ao Corinthians e especificamente ao seu treinador, Tite. Queriam mandá-lo embora depois de uma derrota para o Tolima, na Pré-Libertadores, em 2011. Apesar do revés, mantiveram-no no cargo. Abriram mão dos resultados e da pressão (o que Vieira disse haver na Liga Inglesa, torneio que achamos exemplo de planejamento e implementação de cultura de trabalho dentro do esporte) e com o tempo criaram uma equipe campeã, sem estrelismo ou protagonistas, e em que a instituição de fato parecia estar em primeiro lugar.

Não sei por quais motivos o Tite ficou no cargo. Quero muito acreditar que tenha sido uma opção feita a partir da cultura da organização.

A Cartilha

Foi divulgada hoje parte de uma cartilha para o atleta que faz parte da seleção brasileira de futebol. É um código de conduta e vestimenta, que dentre outras coisas proíbe o futebolista – em serviço da equipe nacional de futebol – se apresentar em traje de passeio, com brincos e acessórios, além de chinelos.

Certíssima a adoção desta cartilha. A entidade é uma organização, com missão, visão e valores/propósitos a serem zelados. O modo de agir, falar e se vestir dos seus integrantes refletem a imagem dela, de como ela é vista, falada e lembrada. A maneira como o futebol brasileiro é reconhecido – independente do 7 a 1 – foi construído dentro de um passado riquíssimo e centenário. Dentro de inúmeras histórias e lendas, que vão desde Friedenreich, Maracanã, da camisa amarela, do canarinho, e que hoje estão em Neymar e demais integrantes do time atual. E são esses que vão passar isso adiante.

O futebol da Noruega não tem a mesma história que o do Brasil. Mas a maneira como os jogadores da equipe norueguesa se comportam e se apresentam, trazem-me boa impressão – não do país – da maneira como o esporte é tratado por lá.

Tudo isso é para o bom andamento da organização, com direitos e deveres para todos. Como qualquer organização, desportiva ou não.

Código de Conduta do Centro de Treinamento do Rugby Brasileiro: acesse aqui

Em um programa de TV desses da hora do almoço, disseram que a cartilha lembra o militarismo. Acredito que nos veículos de comunicação em que eles trabalham também exista um código semelhante, de não poderem trabalhar de bermuda ou chinelo, de se atrasarem, em relação ao vocabulário também. É uma estupidez fazer alusão dessa cartilha a uma rotina militar. Ignorá-la e condená-la publicamente é corroborar o comportamento de uma sociedade individualista, sem valores, consumista, que não respeita faixa de pedestres, que tem o trânsito mais violento do mundo, que corrompe e é corrompida. E que vai votar neste próximo domingo!

“Tamu bem!”

O 'Livro Vermelho', de Mao Tse Tung

O ‘Livro Vermelho’, de Mao Tse Tung

O Cosmo do Soccer

O Bayern de Munique vai abrir em Nova York um escritório comercial. O primeiro fora da Alemanha. E não é China, não é Japão, não é Malásia ou Coreia, historicamente mais acostumados ao contato com ingleses e espanhóis. É por isso que equipes como o United, Arsenal ou o FC Barcelona fazem suas digressões por lá.

Por que o Bayern vai pra Nova York? Não seria o estadunidense o povo que marginaliza o soccer? Talvez um dia foi assim, mas hoje não. Os motivos (não estão por ondem de importância):

1) a Major League Soccer é o torneio de futebol que mais cresce no mundo;

2) o poder de consumo do norte-americano é altíssimo;

3) Jürgen Klinsmann é o atual treinador dos EUA;

4) os EUA têm ainda uma base militar na Alemanha. Vários filhos de militares nasceram e cresceram por lá, conhecendo o futebol local e principais equipes. Alguns deles se tornaram jogadores da seleção norte-americana: Thomas Dooley (1994);

5) Franz Beckenbauer jogou nos anos 1970 no NY Cosmos, com Pelé e Carlos Alberto Torres; Soccer - NASL - New York Cosmos

São motivos mais que suficientes. Por se tratar de um clube da Bundesliga, semana passada via um jogo desse campeonato na TV. Não me lembro qual era, mas era um conhecido vs menos conhecido. Foi 4 a 0 pro conhecido. Via o jogo e pensava que a liga alemã tinha perdido a graça. Hoje os resultados são previsíveis o desequilíbrio é maior. Era um torneio outrora caracterizado pela igualdade de competitividade entre as equipes, potencializada pela dificuldade de adaptação de astros estrangeiros no país e o tímido comportamento comercial das suas equipes. Em 1998 o Kaiserslautern foi campeão da primeira divisão em seu primeiro ano após o acesso do segundo escalão.

Campeonatos como os da Inglaterra, Itália e Espanha (pra não falar de Holanda e Portugal), são fáceis de prever. Sempre os mesmos campeões, os mesmos ponteiros. Não sai daqueles clubes. Ora, a incerteza é fator que contribui para comparecer e/ou assistir a um evento esportivo. Exemplo: a baixa procura por ingressos nos jogos do Taiti durante a Copa das Confederações 2013.

Nos campeonatos sul-americanos, isso também não existe, haja vista a rotatividade de campeões na Argentina. Nos EUA, trabalham com o recrutamento (os melhores vão para as piores equipes) e há um teto salarial, o que não atrai os grandes astros e favorece a competitividade. Por consequência, a incerteza.

Depois de tudo isso, tenha cuidado, Bundesliga. Ou será a próxima.

À Prova

Não dá pra levar a sério um país onde, em um jogo de futebol da primeira divisão de profissionais, do principal esporte do país, torcedor entra com uma barra com pregos na ponta para atingir torcedor da equipe adversária. Onde acontecem brigas de torcida, sem a presença de policiais.

E os organizadores se defendem: ‘ah, mas não quiseram polícia no contrato’.

Ora, não levam a vida humana a sério! É para esse tipo de gente que conferimos autoridade pública? Não devíamos.

Ontem um turista canadense foi morto em uma autoestrada no litoral de São Paulo. Hoje essa briga em Joinville. Neste momento em que vos escrevo converso com um amigo no whatsapp e ele diz que o que viu pela TV eram cenas de barbárie. E estamos no século XXI.

2013 foi um ano que passou a colocar o Brasil à prova. Se o Brasil quer ser uma grande nação e reconhecida como tal, é preciso agir para. Tudo isso a prazo contribui na construção do ‘Produto Brasil’, vendido mundo afora. Atualmente, o ‘Produto Brasil’ é: sexo, drogas, violência extrema, bunda, futebol, violência extrema no futebol, chinelo, preguiça, caipirinha e falta-de-compromisso.

Com tudo isso dou toda razão à Fernanda Lima, em sua declaração depois de apresentar a cerimônia do sorteio de grupos do Mundial FIFA 2014, perguntada se tentaria a carreira internacional:

“Bem que eu gostaria, mas tem a barreira da língua e a barreira cultural, que sempre existirá por mais que a gente tente.”

Língua não é barreira. Ela tem um inglês impecável!

Cultura sim. Olhem como os outros veem o nosso país.  


Esses Dias na História

3 de Junho

1822 – Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembleia Constituinte brasileira

1984 – Ayrton Senna, em sua primeira temporada na F1, chega na terceira posição no Grande Prêmio de Mônaco

4 de Junho

1970 – Independência de Tonga

5 de Junho

2003 – Dissolução da República Federal da Iugoslávia

6 de Junho

1944 – Segunda Guerra Mundial: Desembarque na Normandia de 155.000 soldados das tropas aliadas (“Dia D”)

7 de Junho

1494 – Portugal e a Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas

8 de Junho

1990 – Começa o XIV Campeonato Mundial de Futebol na Itália com o jogo de abertura Camarões 1 x 0 Argentina

9 de Junho

1934 – Estreia do “Pato Donald” em The Wise Little Hen

10 de Junho

1539 – Hernando de Soto desembarca na baía do Espírito Santo (atual Sarasota, FL), nos Estados Unidos, com 600 homens

1770 – O governador de Buenos Aires, Bucarell, ordena que os ocupantes britânicos das ilhas Malvinas desocupem a zona

1776 – O Congresso de Filadélfia aprova a Declaração de Independência dos estados da união, nos Estados Unidos.

1829 – O governador das Províncias Unidas do Rio da Prata cria o Comando Político e Militar das Ilhas Malvinas

11 de Junho

***DATA MAGNA DA MARINHA DO BRASIL***

1865 – Vitória brasileira na Batalha Naval do Riachuelo, da Guerra do Paraguai

12 de Junho

1921 – Fundação do Figueirense Futebol Clube

13 de Junho

1808 – Criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro

14 de Junho

1900 – Havaí se torna parte do Estados Unidos

1982 – Fim da Guerra das Malvinas

15 de Junho

1891 – Já em tempos de República, é oficializada a Província de Minas Gerais como unidade da Federação

16 de Junho

1950 – É inaugurado o estádio “Jornalista Mário Filho”, o “Maracanã”

17 de Junho

1994 – Começa o XV Campeonato Mundial de Futebol masculino, nos EUA

18 de Junho

1908 – Aporta em Santos o navio Kasato-Maru, trazendo os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil

19 de Junho

1846 – É realizada, em Hoboken (Nova Jérsei), nos Estados Unidos, a primeira partida oficial de beisebol

20 de Junho

1995 – Fundado o Desterro Rugby Clube, em alusão ao antigo nome de Florianópolis/SC, “Nossa Senhora do Desterro”

21 de Junho

1970 – O Brasil conquista o tricampeonato mundial de futebol masculino ao venceu seu similar italiano, por 4 a 1

1978 – A Argentina vence o Peru por 6 a 0 e se classifica para a decisão da Copa do Mundo de futebol masculino daquele ano

22 de Junho

1986 – Em tarde de gala, Maradona faz os dois gols da Argentina na vitória sobre a Inglaterra por 2 a 1 em jogo válido pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de futebol masculino: “La Mano de Dios” e o “Barrilete Cósmico”

23 de Junho

***Dia Olímpico***

1894 – Fundação do Comitê Olímpico Internacional, por iniciativa do barão Pierre de Coubertin

24 de Junho

1995 – A África do Sul (Springboks) vence a Nova Zelândia (All Blacks) por 15 a 12 e conquista, pela primeira vez, a Copa do Mundo de Rugby (XV) masculino

25 de Junho

1975 – Independência do Moçambique

1978 – A Argentina vence a Holanda por 3 a 1 e conquista pela primeira vez o campeonato mundial de futebol masculino

1991 – A Croácia e a Eslovênia declaram sua independência da Iugoslávia/Jugoslávia

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