Archive for the 'Comunicação' Category

Superliga Americana de Rugby 2021

Entre 12 de março e 10 de maio participei da Superliga Americana de Rugby (SLAR), como narrador de 2 jogos por rodada para o aplicativo da ESPN no Brasil (Watch ESPN). Foram 19 jogos narrados: em duas rodadas fiz apenas uma partida, mais um jogo da semifinal.

Foram 60 dias em uma bolha sanitária. Entre o dia da chegada (12/3) até a madrugada de 4 para 5 de abril, em Santiago/Chile. Do dia 5 de Abril até 10 de maio, em Montevidéu/Uruguai. Não podíamos sair do trajeto hotel-ônibus-estádio, estádio-ônibus-hotel. Foi um grande desafio para atletas, arbitragem, comissões técnicas, dirigentes, organizadores e parte da imprensa, sobretudo da comunicação oficial da SLAR, que também estava lá.

Era necessário que a SLAR acontecesse. Para que isso fosse possível, foi preciso fazer bastante diferente e exigiu um grande esforço de todos.

Deu certo. Como escrevi no parágrafo anterior, foi muito exigente, mas fui privilegiado e sou grato pela oportunidade. Que venha o próximo!

Saudações ovaladas!

Foto 1: Eu durante a transmissão de jogo da Superliga Americana de Rugby, no Estádio Nacional, em Santiago/Chile (Março/2021)

Foto 2: Santago Cuenya (Angles Stats), Eugenio Astesiano (Sudamérica Rugby/SLAR), Martín Jauma (Angles Stats), Pepi Abuchalja (Clic Live Contents), eu e Felipe Habermehl (Clic Live Contents). Estádio Nacional de Santiago/Chile. Março de 2021.

Escalação de Madagascar

Dia desses recebi um meme que brincava com a delicada situação de uma equipe de transmissão de rádio e TV para uma partida de rugby da seleção de Madagascar, ilha africana no Oceano Índico, que possui o tamanho do estado de Minas Gerais e pouco mais de 25 milhões de habitantes. Os nomes eram em maioria muito extensos e alguns bastante complicados:

O malgaxe é uma língua do tronco malaio-polinésio, oficial de Madagascar, ao lado do francês. Diante deste meme, o amigo Ale Ferrer desafiou-me em fazer um vídeo com a escalação malgaxe.

Desafio aceito, aí vai:

Espero que tenham gostado!

Traje à Rigor

Sobre a indústria dos uniformes do futebol, desenvolvimento e alcance das últimas décadas

Uma das primeiras coisas que pensamos sobre “marketing esportivo” são os uniformes das equipes de futebol com os seus patrocinadores. Sobre as marcas nas camisas, isso é tema para outro texto. Este se atenta às camisas especificamente. Elas mudaram muito ao longo dos anos, trouxeram mais identidade aos clubes e conexão com os torcedores. Virou moda e é uma indústria muito lucrativa. Não à toa as grandes marcas querem ser fornecedoras dos principais clubes, haja vista o volume de vendas.

Enquanto o futebol era em “preto-e-branco”, os uniformes eram muito básicos, de apenas uma cor, com poucos desenhos e formatos. Ao passo que as telecomunicações se desenvolveram, não só a TV tornou-se em cores (nos anos 1970), mas os uniformes também. Dizem que a televisão em cores foi o principal fator que contribuiu para a escalada de criatividade nos equipamentos de futebol que aconteceu desde então. Ao passo que a indústria da modalidade crescia, as transferências de futebolistas passaram também a ser mais comuns. A associação de um deles a uma determinada camisa e a certo patrocinador, de acordo com a temporada, fazia o torcedor querer ainda mais algo do clube.

Kevin Keegan com o Hamburgo, de rosa, observado pelos futebolistas do FC Barcelona em amistoso de 1977. Os alemães venceram por 6 a 0. (foto: reprodução/divulgação)

Quer seja como forma de chamar a atenção de um determinado público-alvo, conferir identidade ou posicionar o clube em relação a um assunto, o uniforme de futebol deixou de ser apenas uma camisa. O aumento do número dos movimentos sociais levou vários grupos a se envolverem com determinados clubes. Além disso, o desenvolvimento da indústria da moda levou a um inevitável encontro com o futebol. Com os futebolistas de renome cada vez mais formadores de opinião, exemplos de ideais éticos e estéticos para uma sociedade, a popularidade de um naturalmente se envolveu com o alcance do outro. E vice-versa.

Com tudo isso, a camisa é parte importante do “marketing esportivo” do futebol. Ingenuidade pensar ser somente porque carrega a marca de um patrocinador. A camisa comunica, ela faz chegar a mensagem. Ao uniforme atribuem-se características intangíveis – inegociáveis e sem preço -, confere-se identidade, dedica-se lealdade, recordações são resgatadas e dá-se valor. Valor, com “V” maiúsculo.

Quanto mais valor a camisa agregar, mais significado para o torcedor haverá. Do mais fanático ao mais consumidor. Como o conteúdo do futebol é infinito, esta indústria dos equipamentos esportivos também não terá fim.

Produção de Podcasts

Entre as atividades que desenvolvo está a da produção de podcasts. Um deles é o “EsportePédia”, que desenvolvo com o Ale Ferrer, sobre curiosidades de temas relacionados ao esporte. Durante a quarentena temos produzido alguns episódios, entre os quais:

E este:

Para além deste podcast, produzo com os amigos Luís Kolle, Luiz Haas e Thiago Santos o podcast “Em Jogo”, sobre Gestão e Marketing do Esporte. Assim como o “EsportePédia”, deixo-vos aqui os últimos dois episódios:

Mais um:

Muito obrigado por terem lido este texto até o fim.

SuperCopa do Brasil 2020

No último fim-de-semana estive em Brasília para trabalhar na Apresentação do Esporte como locutor do “Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha” na “SuperCopa do Brasil 2020”, entre o Clube de Regatas do Flamengo e o Club Athletico Paranaense, respectivamente o campeão da série A do Campeonato Brasileiro de 2019 contra o vencedor da Copa do Brasil da mesma temporada.

O jogo foi promovido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Um trabalho diferente, rápido, bastante corrido e de grande concentração porque era apenas um jogo. Obrigado “SP2 Brazil” pela confiança e convite.

O rubro-negro carioca venceu por 3 a 0 para um público de 48.009 (quarenta e oito mil e nove) torcedores.

Arena Ice Brasil

Na Quarta-Feira (29/1) a convite da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), estive na recém-inaugurada “Arena Ice Brasil”, em São Paulo, para falar aos praticantes e adeptos dos esportes no gelo sobre as novas mídias e a Gestão do Esporte.

A Arena Ice Brasil está localizada no Morumbi, em São Paulo, e é o primeiro empreendimento voltado aos esportes de gelo na América do Sul. Conta com três pistas de curling com tamanho oficial, pista de patinação e de hóquei no gelo, cafeterias, restaurante, lojas especializadas nas modalidades lá praticadas, coworking e serviços diversos.

Um empreendimento ousado, bastante interessante e que certamente dará certo.

Aliás, já deu: saiu do papel e tomou forma.

Em tempo, lembrei-me de uma frase que gosto de recordar:

“Só os que ousam, realizam. Só os que organizam são bem sucedidos.” (Anônimo)

Crédito da foto: CBDG (com Marcelo Unti/CBDG ao centro e Bruno Fontanelli/Font Sports à direita)

Copa Bullguer

No sábado dia 30 de Novembro fui o locutor e MC da “Copa Bullguer de Rugby Sevens”, competição universitária patrocinada pela reconhecida hamburgueria, com vários restaurantes na cidade de São Paulo e no interior.

O torneio aconteceu em uma das mais tradicionais praças esportivas do Brasil: o “estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte” (do Canindé), que pertence à Associação Portuguesa de Desportos. Foi um dia bastante intenso com partidas nas categorias feminina e masculina, que começaram às 8h da manhã, debaixo de forte sol e alta umidade relativa.

No intervalo entre os jogos da parte da manhã e da tarde, um desafio de drops animou o público presente. Do lado de fora do estádio havia DJ e food-trucks. Dentro de campo os campeões foram: Poli Athena (feminino) e FMU (masculino).

No “terceiro tempo”, bastante comida e atrações musicais como Tropikillaz e Marcelo D2. Torneio e dia para romper paradigmas e fazer perceber que o Rugby tem totais condições de crescer ainda mais no Brasil.

Créditos das fotos: Bruno Ruas/Ruas Mídia

Copa do Mundo FIFA de Futebol de Praia

Nos dias 21 e 22 de Novembro fui convidado a ser o locutor bilíngue (Inglês/Espanhol) para a Copa do Mundo FIFA de Futebol de Praia masculino, organizada nas dependências do Comitê Olímpico Paraguaio, em Assunção/Paraguay.

Foi um grande desafio, dias bastante intensos e de bastante aprendizado.

Trabalhei em oito jogos, o último deles vitória do Brasil sobre Omã por 8 a 2. Esta variante do futebol é bastante dinâmica e bacana, que permite uma interação bem grande entre o locutor, público e o jogo.

Valeu bastante a pena!

Copa do Mundo FIFA Sub17

Entre os dias 23 de Outubro e 12 de Novembro estive em Goiânia para a Copa do Mundo FIFA sub17 de futebol masculino. Fui locutor bilíngue da equipe de “infotrenimento” (Informação + Entretenimento). Fiz parte de um grupo espetacular e que entregou um grande evento.

Foram ao todo dezoito (18) jogos, terminamos com uma vitória do Brasil sobre a Itália por 2 a 0 no Estádio Olímpico, pelas quartas-de-final do torneio. A seleção brasileira foi a grande campeã do certame ao vencer o México na final, de virada, por 2 a 1.

Foi uma grande honra e experiência espetacular!

Rugby no 9º Sports Content Meeting

Saudações ovaladas! No passado dia 17 de Outubro estive no Distrito FinTech para falar sobre a história do Rugby no Brasil e no mundo e a Copa do Mundo que acontece no Japão. O evento foi em parceria com a “Sports Network Brasil” que promove diversos encontros que reúnem especialistas em gestão do esporte.

A fala reuniu curiosos, simpatizantes e pessoas que queriam saber mais da ovalada.

Em breve mais eventos relacionados ao Rugby e organizados por mim junto com a “Sports Network Brasil”.



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