Archive for the 'Marketing Esportivo' Category

Podcast sobre Gestão do Esporte

Participo de mais um projeto que é o de um podcast sobre Gestão do Esporte, o “Em Jogo”, com os amigos Luís Kolle, Luiz Haas e Thiago Santos. Semanalmente lançamos um episódio que debate temas do universo da gestão e do marketing do esporte.

“Em Jogo” porque no esporte há bastante coisa em jogo, quer seja dentro dos campos, das quadras, matames, ringues, quer seja fora dele também. Justamente isso que vamos discutir, debater, refletir e, humildemente, gerar as inquietações que naturalmente possam surgir. Na realidade tudo isso começou no ano passado e a ideia foi retomada sob outro aspecto recentemente.

Eis o quarto episódio, acerca da formação em Gestão do Esporte.

Além de estarmos no soundcloud, o “Em Jogo” está no Spotify e na apple podcasts.

Obrigado!

Entrevista para o “Salão Oval”

Nesta semana fui entrevistado pela galera do Salão Oval, importante veículo de comunicação especializado em futebol americano. Falamos sobre o que o futebol americano pode aprender com o rugby e vice-versa. Confiram:

9º CBGE

Na semana passada estive envolvido na organização da nona edição do Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte, cuja instituição anfitriã foi o Instituto Federal do Ceará (IFCE). O evento foi um grande sucesso, com mais de 200 participantes e 94 trabalhos apresentados.

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Na ocasião, tive a oportunidade de realizar workshop sobre “Marketing e Comunicação Estratégica em Organizações Esportivas”. Obrigado ABRAGESP (Associação Brasileira de Gestão do Esporte) pelo convite. Uma grande honra em contribuir com o evento.

Aula de Apresentação

No último dia 5 realizei uma aula de apresentação do curso de Pós-Graduação em Administração e Marketing Esportivo da Estácio. Em pouco mais de duas horas procurei apresentar um pouco sobre a panorama da indústria do esporte no Brasil, conceitos de marketing, gestão e de comunicação estratégica no esporte.

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Foi uma aula bastante produtiva e que gerou inquietações entre os presentes. A todos eles, o meu Obrigado! Aos que ganharam os livros sorteados, os meus parabéns.

Até a próxima oportunidade!

Convite para aula: “A Indústria do Esporte”

Dia 5 de Setembro estarei na Estácio (unidade Bela Vista em São Paulo/SP) para apresentar o curso de pós-graduação em Administração e Marketing Esportivo, com aula que tem como tema: “A indústria do Esporte: Gestão, Marketing e Comunicação” da Estácio.

A inscrição é GRATUITA através do link abaixo na arte do evento. Conto com a presença de todos:

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Money Talks – محادثات المال –

O mercado fala mais alto, quem tem o poder de compra detém as preferências e os produtos precisam se adaptar ao mercado. Nessa linha de pensamento, para conquistar o mercado Islâmico, Real Madrid e Barcelona fizeram significativas mudanças em seus escudos.

O FC Barcelona suprimiu a cruz de São Jorge no quarto quadrante, que também representava as Cruzadas na antiguidade, cujos objetivos eram sobretudo a Cristianização de territórios onde hoje habitam povos de imensa maioria muçulmana.

Historicamente a Casa de Bourbon sempre foi vinculada à Igreja Católica. Pot isso o Real Madrid CF fez algo parecido. Para ter um produto mais aceito entre os Islâmicos, retirou a cruz acima da coroa de seu símbolo.

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O mercado fala alto, o dinheiro fala alto, e fala em árabe: محادثات المال

Renovação II

O assunto a ser tratado neste texto já falei antes em um outro chamado “Renovação”, escrito no ano passado. É sobre a mudança da identidade visual de uma marca e, no caso deste blog, de uma marca esportiva. Também já escrevi aqui sobre o franco crescimento do futebol nos Estados Unidos, não apenas em alto-rendimento, mas como esporte escolar e opção de lazer para as pessoas.

No vácuo deste ritmo, a ‘Major League Soccer’ divulgou ontem a nova identidade visual da competição a partir do próximo ano. O desenho lembra os escudos de grandes clubes do futebol mundial e as cores são as da bandeira estadunidense. Ademais, pelo nome e pelas cores da marca, fazemos alusão aos outros grandes torneios esportivos profissionais norte-americanos – referências para o universo esportivo -, como o basquetebol (NBA) e o futebol americano (NFL).

Novo logo da MLS

Novo logo da MLS

Momento mais que correto para estabelecer uma mudança nesse sentido, com a finalidade de que o público mundo afora associe o torneio como sendo o “torneio de futebol dos Estados Unidos da América”, sem quaisquer constrangimentos ou restrições por ser o futebol de lá. Os norte-americanos frequentam as principais ligas de futebol do planeta. Os resultados nos últimos mundiais corroboram o que acabei de escrever. Está mais que provado que americano sabe jogar bola.

Sabendo jogar bola, com um produto bem feito (gramado impecável, estádio seguro, confortável e lotado) e conhecimento nas transmissões de futebol pelo rádio e pela TV, é sucesso na certa.

Tio Sam diz: “Yeah, we’ve got Soccer!”

Logo antigo da MLS

Logo antigo da MLS

Logo da NFL (futebol americano)

Logo da NFL (futebol americano)

Logo da NBA (basquete)

Logo da NBA (basquete)

NBÁ Frica

A Liga Nacional de Basquetebol dos EUA (sigla NBA em inglês) anunciou nesta semana um jogo exibição na África do Sul em agosto de 2015. Dessa maneira é rompida mais uma fronteira do esporte mundial, com um evento feito para o público genuinamente africano. Nos outros grandes eventos mundiais que aquele continente recebeu (Mundiais de rugby em 1995 e de futebol em 2010; as provas de F1; as séries de rugby sevens; mundial de clubes de futebol em 2013), o público-alvo não era o africano, mas sim mundial.

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Seleção de Angola (#6 Carlos Morais) em ação

Há quem possa dizer que os grandes prêmios de automobilismo em Kyalami tinham um público-alvo majoritariamente africano. No entanto eram restritos a sul-africanos de uma elite majoritariamente branca. Desta vez, com a NBA, é. Jogos-exibição do campeonato são comuns na América Latina, Ásia, Europa e Oceania. Desde 2003 a liga norte-americana possui na África um projeto chamado “Basketball Without Borders” que já formou 60 atletas de ponta da modalidade. Na história, grandes nomes como Hakeem Olajuwon (Nigéria) e Dikembe Mutombo (Zaire/RD Congo) vieram de lá. Steve Nash, armador dos Lakers, nasceu em Joanesburgo. A isso se soma Angola, detentora do maior palmarés do basquete na África, além de ser – por razões históricas – o esporte mais popular por lá e ser o país em que o Produto Interno Bruto mais cresce no mundo.

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 Dikembe Mutombo (com a bola) foi um dos pioneiros da África na NBA (temporada 1993)

Ademais, a NBA precisa aumentar seu mercado consumidor. O jogo é sim capaz de atrair nigerianos, senegaleses e camaroneses com condições de se deslocarem para a África do Sul para o jogo.

Definitivamente a NBA na África é resultado certo e positivo. A África tem mercado consumidor e grande base de torcedores. Esse jogo-exibição de 2015 é o primeiro passo para vencer a desconfiança.

Promoção de 1992

Há 22 anos ainda estava muito distante o sonho de ser sede de Jogos Olímpicos e da frequência com que os brasileiros veriam conterrâneos subirem no topo do pódio.

As Olimpíadas de 1992 em Barcelona/ESP começaram em 25 de Julho de 1992. Naquele ano a distribuidora ‘Texaco’ de combustíveis era a patrocinadora da equipe Olímpica do Brasil e lançou uma campanha em que se ganhava um prêmio. Eu o guardei por 22 anos e apenas na semana passada resolvi abrir, conforme as fotos abaixo:

COB Texaco 1992 (1)

COB Texaco 1992 (2)

COB Texaco 1992 (3)

Foi bastante curioso ver o símbolo do COB daquela época. Hoje há o ‘Time Brasil’ (nome da equipe Olímpica brasileira), que se existisse naquela época, seria o produto que teria o patrocínio da Texaco. Por fim, essa empresa nem atua mais no Brasil com distribuição de combustíveis. Para não falar nos prêmios! TV de vinte polegadas, aparelhos de VHS (!) e camionetes D-20.

O tempo passa, muita coisa muda para melhor. Ainda bem!

 

 

Money Talks

Ando intrigado por duas coisas, mas acredito ter as respostas!

1) Qual é a do Rodman em visitar com frequência a Coreia do Norte? Sem dúvida alguma é pra satisfazer as extravagâncias de Kim Jong-Un. Se não for por isso, não tem explicação.

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2) E o Botafogo FR celebrou contrato com a TelexFree, no Brasil relacionada ao esquema de pirâmide financeira, como foi o Santos FC, nos anos 90, com o patrocínio com a ‘AlphaClub’. Já escrevi aqui sobre associação a patrocínios, o quanto um pode valorizar o outro, ou o contrário, ou vice-versa.

tf

Amigos, a grana fala mais alto! A grana grita!



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