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Coreia do Norte versus Coreia do Sul: tensão e sabotagem?

Neste ano, a CBF proibiu a “venda de mando de campo” por times mandantes, assim, um time não poderia transferir uma partida para outro estado, o que costuma ser feito por motivos econômicos, visando maiores bilheterias.

No futebol entre seleções, algo inusitado aconteceu em 2008, e mostrou no futebol as consequências das tensões entre as Coréias do Norte e do Sul. Em meio às Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2010, ambas as Coréias ficaram no Grupo 3, se enfrentando em duas ocasiões: em tese, a primeira partida na casa dos norte-coreanos, e a partida de volta em Seul.

No entanto, a posição da Coreia do Norte foi clara: o jogo aconteceria, mas em hipótese alguma seria tocado o hino da Coreia do Sul, e nem a bandeira do país poderia estar presente em seu estádio. Teve início mais um impasse entre os rivais, e a FIFA recomendou que os norte-coreanos então realizassem a partida fora de seu território. A Coreia do Norte então abriu mão de seu mando, e os times se enfrentaram em Shanghai, na China, terminando num empate em 0 a 0.

O destino ainda aguardava mais uma surpresa para os países. Ambas as seleções se classificaram para a fase seguinte das Eliminatórias, e mais uma vez, acabaram ficando no mesmo grupo! Outra vez, a Coreia do Norte mandou seu confronto com os vizinhos para Shanghai, mais uma vez empatando, dessa vez em 1 a 1 (os gols estão no vídeo abaixo).

Acontece que até o quarto e último confronto, os norte-coreanos não haviam perdido para os rivais do sul, empatando as três partidas. A quarta partida, na capital sul-coreana, terminou com a vitória do time da casa por 1 a 0, e com uma denuncia inusitada pelo técnico da Coreia do Norte: a causa da derrota de seu time foi uma infecção alimentar de seus atletas, arquitetada pela Coreia do Sul. No entanto, nada foi provado, e as tensões entre os países persistem até hoje, em diferentes arenas.

Filipe de Figueiredo dos Santos Reis, graduando em Relações Internacionais pela PUC Minas.

Contato: filipedefigueiredo@hotmail.com

Filosofia de Trabalho II

Como continuação do post anterior, escrito há mais de 2 meses, dou sequência no tema da “Filosofia de Trabalho”, tão importante para quaisquer organizações, esportivas ou não.

O conhecido Club Atlético River Plate (Buenos Aires/ARG) foi rebaixado dentro de campo em Junho/2011. Fora de campo, afundado em dívidas. Realizaram eleições e assumiu um novo presidente – remunerado e de dedicação integral -, responsável por criar uma equipe de gestores que daria a volta por cima com o clube anos mais tarde, e conquistaria a Copa Bridgestone Libertadores de 2015.

Recorto aqui alguns trechos da matéria “This is the Story of the Fall and Rise of River” (Esta é a Estória da Queda e Ascensão do River) da renomada revista inglesa “Four Four Two”. Algumas das mudanças mais significativas foi o resgate da filosofia do clube e o estabelecimento de uma cultura e ética de trabalho.

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“Mas algo se destaca, a coisa mais importante foi filosofia. Nós voltamos às nossas origens, desde as categorias de base até a equipe principal, de respeitar o estilo que nos tornou grandes e a nossa maneira de se jogar futebol. ” (tradução nossa)

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“…River começou a desempenhar com os 3 Gs que foram uma parte importante da aproximação do clube com o seu jogo: Ganar (Ganhar), Gustar (aproveitar/divertir-se) e Golear (golear).” (tradução nossa)

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“E para o River, ser River novamente foi, sobretudo, uma vitória de caráter.” (tradução nossa)

É cada vez mais evidente a questão de estabelecer uma filosofia organizacional nas instituições esportivas. Os próprios resultados das grandes equipes de ponta nas mais diversas modalidades deixam isso ainda mais claro.

Filosofia de Trabalho

Filosofia: Amigo da sabedoria, ou amor pelo saber, estudo dos problemas fundamentais ligados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos. Do grego Φιλοσοφία.

Para uma organização (esportiva ou não) implementar uma filosofia de trabalho (a verdade e os princípios morais dela), com base em sua missão, visão e valores, leva um tanto de tempo. Ela é importante para a adaptação de um colaborador e o estabelecimento de uma rotina, assim como é um dos fatores responsáveis por proporcionar entrosamento em uma equipe. É a representação da cultura de uma instituição. Em muitos casos, a implementação de uma filosofia de trabalho vem acompanhada por uma cartilha de direitos e deveres do colaborador.

Parece fútil, mas faz toda a diferença. Instituições centenárias, ou mais recentes porém sólidas, baseiam-se em uma cultura que se vislumbra em um primeiro momento para depois se desenvolver ao longo do tempo.

No futebol, dizem que o Corinthians possui algo parecido. Uma vez me disseram que o funcionário de chão de fábrica do clube é treinado a levar consigo a máxima “Aqui é Corinthians”. No Grêmio, igual, com a contratação de Roger como treinador do plantel principal e a manutenção de comissões técnicas fixas nas categorias de base. Aos poucos elas passarão aos jovens atletas um jeito de atuar próprio do clube, construído em mais de um século, através de jogadores notáveis e títulos importantes. No São Paulo, o Centro de Treinamento em Cotia possui poucos funcionários terceirizados, pelo mesmo motivo (funcionários do clube se identificam com ele, têm a essência do clube).

Insisto no tema porque reconheço este ser um dos problemas do esporte no Brasil, sobretudo no futebol. Os que citei no parágrafo anterior, são algumas exceções. O problema também ocorre em outros países. Patrick Vieira (hoje técnico do New York CFC) não quer ser treinador na Liga Inglesa porque acredita não terá tempo suficiente de implementar uma cultura de trabalho. Ele declarou à revista “FourFourTwo”: “It’s all about winning. There’s so much pressure” (Tudo é questão de vitória / É muita pressão).

Conheço um pouco dos All Blacks e a União de Rugby da Nova Zelândia. Quem é convocado para a seleção pela primeira vez ou é recrutado para trabalhar na sede da federação passa por um período de treinamento para saber onde se vai trabalhar (ou jogar), para quem (com quem) e quem na história ajudou a fazer a instituição. Isso sustentado pela Missão, Visão e seus Valores.

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Voltamos ao Corinthians e especificamente ao seu treinador, Tite. Queriam mandá-lo embora depois de uma derrota para o Tolima, na Pré-Libertadores, em 2011. Apesar do revés, mantiveram-no no cargo. Abriram mão dos resultados e da pressão (o que Vieira disse haver na Liga Inglesa, torneio que achamos exemplo de planejamento e implementação de cultura de trabalho dentro do esporte) e com o tempo criaram uma equipe campeã, sem estrelismo ou protagonistas, e em que a instituição de fato parecia estar em primeiro lugar.

Não sei por quais motivos o Tite ficou no cargo. Quero muito acreditar que tenha sido uma opção feita a partir da cultura da organização.

Negócio da China

As negociatas que envolvem jogadores do campeonato brasileiro de futebol  que se transferem aos bandos para a China formam o “assunto do momento”. Dominam a imprensa. É o tempo todo. Está chato!

O futebol tornou-se política de estado na República Popular da China. E não porque o premiê chinês curte a modalidade. Não vai ser através do tênis de mesa e da ginástica que a imagem do país e dos seus produtos irão mudar. Afinal, quantas pessoas no planeta acompanham as competições desses esportes? Não como no futebol, assustadoramente desproporcional na capacidade de engajar praticantes e torcedores.

A China de Pequim quer se posicionar no mercado global e agregar valor à sua imagem percebida pelo mundo. Investem em patrocínios nos campeonatos europeus. Fortalecem a liga local através de rios de dinheiro oferecidos aos futebolistas brasileiros e seus agentes.

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Com um campeonato nacional forte, mostram ao mundo do que são capazes. Chamam a atenção. O futebol passa a olhar para eles.

Por analogia isso faz-me lembrar do Japão no início dos anos 1990 e da Rússia nos anos 2000. Reforçaram suas ligas locais. Os japoneses sediaram uma Copa em 2002. A Rússia receberá a de 2018, e salva a FIFA, que vai precisar da China em um breve futuro.

E ainda tem a Índia que há ‘pouco’ descobriu-se no futebol. Somados os dois mercados, chinês e indiano, temos quase a metade do planeta.

Dizem que o Brasil é o país do futuro. Sempre disseram. Com futebolistas de primeira linha indo embora em debandada, o campeonato nacional fica mais fraco e a seleção também. Não valerá a pena convocar para a seleção um atleta que mora do outro lado do mundo. Cansaço de viagem, fuso horário e o desgaste não vão contribuir para o rendimento do jogador.

Campeonato mais fraco, menor o interesse, menor a audiência, menos os anúncios, menos empregos gerados. Se os clubes não se organizarem, se não houver regulamentação do mercado esportivo, quem perde é o país.

Pátria de Pranchas

Surfe não é a minha praia. Muito, mas muito pelo contrário. Gosto muito da praia, mas confesso que começo a acompanhar mais o surfe depois dos títulos mundiais de Medina e Mineirinho, na onda da grande maioria dos brasileiros, acredito.

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Bom ter compatriotas pelo segundo ano consecutivo no topo do esporte no mundo. Melhor ainda nos dois anos eles serem diferentes. Claro sinal de que o surfe brasileiro de alto desempenho está na crista, com vários integrantes. Não é à toa que formam a “Brazilian Storm”.

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Motivos para isso não faltam: mais de 7000km de praias. Referências como os Matos, Picuruta Salazar, Jorge Paulo Lemann (ele mesmo, o da AmBev), Morongo (Mormaii), Jorge Gerdau (o do aço), Teco Padaratz, Vítor Ribas e tantos outros somam-se ao sucesso do esporte. O fato de ser outdoor, o vínculo com a natureza e o estilo de vida atraem ainda mais pessoas para o surfe.

Vou ficar atento à dupla bicampeã Medina e Mineiro, ídolos nacionais e compará-los com Guga, outra referência nacional, em outro esporte. Modalidades diferentes. É inegável o crescimento do surfe e sua consolidação na cultura esportiva brasileira. O tênis não teve o mesmo caminho. Para entender isso, considera-se o acesso das pessoas ao esporte em questão, a viabilidade financeira e profissional a partir dele. Competitividade e cultura vencedora. Isso explica em parte o porquê do caminho do surfe no Brasil ser mais bem sucedido do que o do tênis.

A minha praia é a bola, sobretudo a oval (a primeira, a do rugby). Essas histórias não constituem uma fórmula mágica. Mas dão ideia do caminho que o rugby brasileiro deve seguir.

Em tempo: há quanto tempo não tinha uma postagem neste blog, hein? Quase 3 meses!

Mundo Oval

10 dias de Copa do Mundo. 19 partidas, com média de público de 51.201 pessoas. Jogos excelentes, de encher os olhos. Duelos de Titãs, como o Inglaterra x País de Gales do último sábado; o Escócia x Estados Unidos, do último domingo. Felizmente em 19 jogos, nenhum cartão vermelho, para o bem do esporte.

No entanto vê-se cada vez mais competitividade e profissionalismo entre as principais seleções do mundo: Inglaterra, País de Gales, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e França. A competitividade aumenta mas a diferença diminui de pouco em pouco. O Japão superou os poderosos Springboks (África do Sul) neste Mundial. O país que não acompanhar este crescimento terá toda a sustentabilidade do rugby local comprometida. A Itália é um desses casos. Sem seleção de 7s e com uma seleção de XV que não se renova. Por outro lado, trabalham incansavelmente o Japão, a Argentina e os Estados Unidos. Com menos recursos (humanos e financeiros), o Uruguai trabalha para o crescimento e desenvolvimento. Fora do Mundial, o Brasil, através da Confederação nacional, Federações estaduais e clubes trabalha muito bem esse crescimento, de maneira sustentável.

Por fim, o crescimento e desenvolvimento sustentados na Disciplina, no Respeito, na Integridade, Solidariedade e Paixão, pilares – hooker, segunda-linha, asas, oitavo, scrum-half, abertura, pontas, centros e full-back – deste jogo apaixonante.

Japoneses comemoram triunfo de 34 a 32 sobre os Boks

Japoneses comemoram triunfo de 34 a 32 sobre os Boks

Feliz 7 a 1

Há um ano a seleção brasileira de futebol era derrotada pela Alemanha por 7 a 1 em plena semifinal de Copa do Mundo, jogada em casa. 5 a 0 ao intervalo. Inesquecível. Chocante e assustador. Eterno.

A Pátria é fundada através da história, de mitos, lendas e tradições. Em Portugal, são as conquistas pelo mar e a Língua Portuguesa com seus expoentes, como Bartolomeu Dias e Vasco da Gama (mar); Luís de Camões e Fernando Pessoa (língua portuguesa). Na Espanha (não em todo território), a Família Real. Na Catalunha e no País Basco, seus idiomas estão ao alcance de todos e expressam populações por séculos reprimidas. No Uruguai, o mate e o doce de leite.

Uma das instituições máximas de qualquer nação é o Exército. Ele defende e protege um povo, ou seja, o representa. Seus logros são também – simbolicamente – os de todo um povo. O Exército Brasileiro foi fundado na história da união das raças (o índio, o negro e o branco) para a expulsão dos holandeses na Batalha dos Guararapes, em 19 de Abril de 1648 (também Dia do Exército). Ao contrário de outros países, durante o período de consolidação do Estado-Nação do Brasil (século XX), as ações do seu Exército – no propósito dele – que mais ganharam projeção foram no exterior: FEB, Suez, Sinai e Angola.

Durante o século passado, o futebol alcançou grande popularidade. As publicações de Gilberto Freyre sobre a nação brasileira, fundada na mistura das raças, caíam no gosto dos intelectuais das principais cidades da República. Ao mesmo tempo o Brasil fazia muito boa campanha na Copa do Mundo de 1938, na França. Uma equipe constituída por integrantes de todas as raças que fazem o cotidiano do País. Não demorou muito para a seleção nacional de futebol se tornar a maior representante de todos os brasileiros. Para o bem e para o mal, gostem ou não, suas derrotas e vitórias passariam a ser decepções e realizações de todos.

O 7 a 1 de 8 de Julho de 2014 foi um nocaute. Não apenas dentro de campo. Além. Quem somos os brasileiros? De onde viemos e para onde iremos? Improviso ganha jogo (?)…no improviso conseguimos fazer um grande País? O “jeitinho brasileiro” é a nossa vantagem competitiva (?) …com o “jeitinho brasileiro” conseguimos fazer um grande País? O talento individual garante resultados (?) …com o talento individual sem um espírito coletivo seremos um grande País?
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Ambição, levar vantagem nas situações, fingimento, malandragem, individualismo – tão observados nos futebolistas brasileiros que nos representam em forma de Seleção e que a sociedade deixa um reconhecimento público – não são valores que fazem um grande País. Nessa linha de pensamento, a cultura da gorda gorjeta, o não respeitar a faixa de pedestre, o trânsito desorganizado (todos querem levar vantagem né?), o “Mensalão”, o “Lava Jato”, a politicagem nojenta e o desrespeito geral e irrestrito (que obriga por exemplo o governo do Rio de Janeiro a promover operações chamadas de “Choque de Ordem”) são espelhos do que somos. É medíocre. País sério não precisa promover choque de ordem. Em país sério a ordem é a tônica.

O placar de um ano atrás foi triste, mas pode ser um marco de mudanças para valorizarmos setores (sobretudo educação), comportamentos e princípios que farão o Brasil maior e melhor, multicampeão em todos os aspectos.


Esses Dias na História

16 de Abril

1947 – Bernard Baruch cria o termo “Guerra Fria” para descrever a relação entre os Estados Unidos e a União Soviética

17 de Abril

1904 – Fundação do Bangu AC

18 de Abril

1980 – Fundação da República do Zimbabwe (antiga Rodésia), com Canaan Banana como o primeiro presidente do país

19 de Abril

***Dia do Índio ***

1648 – Vitória Brasileira na “Batalha dos Guararapes”. Por isso o dia é comemorado como “Dia do Exército Brasileiro”

20 de Abril

1963 – Início dos IV Jogos Pan-Americanos em São Paulo

21 de Abril

1792 – Tiradentes, um revolucionário que liderou um movimento para a independência das Minas Gerais conhecido por Inconfidência Mineira, é enforcado e esquartejado

22 de Abril

1418 – Encerramento do Concílio de Constança, que resultou no fim do Grande Cisma do Ocidente

23 de Abril

1990 – Namíbia torna-se o 160º membro da Organização das Nações Unidas e o 50º integrante da Commonwealth

1993 – Eritreia obtém a independência em relação à Etiópia, após um referendo

24 de Abril

2005 – Cardeal Joseph Ratzinger é entronizado como Papa Bento XVI

25 de Abril

1974 – A Revolução dos Cravos derruba o estado novo comandada na altura por Marcello Caetano, era o início do retorno à democracia em Portugal

26 de Abril

1964 – Tanganica e Zanzibar fundem-se para formar a Tanzânia

1965 – Inaugurada no Rio de Janeiro a TV Globo, que se tornaria a Rede Globo de Televisão

27 de Abril

1940 – Inauguração do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o “Pacaembu”, em São Paulo

28 de Abril

1967 – Muhammad Ali recusa-se a lutar na Guerra do Vietnã e, por isso, foi punido com a cassação do título mundial de boxe

29 de Abril

2004 – Oldsmobile constrói seu último carro encerrando com 107 anos de produção

30 de Abril

1854 – Inauguração da primeira ferrovia do Brasil em seu trecho inicial, ligando o porto de Mauá (atual Guia de Pacobaíba) a Fragoso (atual Magé), no Rio de Janeiro

1º de Maio

1994 – Grave acidente mata o tricampeão mundial de pilotos de Fórmula 1, Ayrton Senna, durante o GP de San Marino

2 de Maio

1952 – O primeiro avião do tipo jato comercial do mundo, o de Havilland Comet 1, faz seu primeiro voo, de Londres a Joanesburgo

3 de Maio

1921 – Partição da Irlanda: o Ato do Governo da Irlanda de 1920 é aprovado, dividindo a ilha da Irlanda em Irlanda do Norte (Reino Unido) e Irlanda do Sul (República da Irlanda/Eire)

4 de Maio

1949 – Avião que transportava a delegação da equipe de futebol do Torino FC/ITA sofre acidente sem sobreviventes

5 de Maio

1862 – Cinco de Mayo: tropas lideradas por Ignacio Zaragoza impedem uma invasão francesa na “Batalha de Puebla” no México

6 de Maio

1949 – EDSAC, o primeiro computador eletrônico digital com armazenamento de programas, executa sua primeira operação

1994 – Inaugurado o “Eurotúnel”

7 de Maio

1927 – Fundação em Porto Alegre da VARIG (Viação Aérea Rio-Grandense), a primeira companhia aérea brasileira

1948 – Fundação da Viação Cometa

8 de Maio

1846 – Guerra Mexicano-Americana: “Batalha de Palo Alto”: Zachary Taylor derrota uma força mexicana ao norte do rio Grande na primeira grande batalha da guerra

9 de Maio

1386 – Assinada a Aliança Luso-Britânica entre Portugal e Inglaterra, a mais antiga aliança entre nações a vigorar

10 de Maio

1975 – Sony apresenta o gravador de videocassete Betamax no Japão

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