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A Guerra do Futebol, 1969

Quando presenciamos uma desavença na pratica de um esporte, seja na pelada de domingo ou na final da Copa do Mundo, costumamos dizer: calma, é só um jogo. Sacchi, técnico italiano na Copa de 94 (aquela mesmo, do tetra) dizia “o futebol é a coisa mais importante, dentre as coisas menos importantes”. Entretanto, não foi o que se viu em 1969, ano em que Honduras e El Salvador foram levados à guerrear por conta uma partida de futebol.

É claro que não foi somente a partida esportiva que levou ao conflito, os países possuíam ressentimentos comerciais e desavenças sobre suas fronteiras. Mas foi nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970 no México (aquela, do tri), que hostilidades descambaram para um conflito armado. As seleções se enfrentaram em três oportunidades: o primeiro jogo em Honduras, vencido pelos donos da casa por 1 a 0, com notável hostilidade entre os torcedores; a volta em El Salvador, vencido pelos mandantes por 3 a 0, ocorrendo distúrbios e hostilidade contra o hino e a bandeira hondurenha; e o jogo de desempate, disputado em campo neutro.

A terceira partida ocorreu na Cidade do México, onde a neutralidade ajudaria a diminuir a possível hostilidade entre as torcidas. No entanto, após a vitória de El Salvador por 3 a 2, Honduras rompeu as relações diplomáticas entre os países. Após 18 dias tensos após à partida, El Salvador mandou 2000 homens para Honduras, dando início a Guerra do Futebol, como ficou conhecido o conflito.

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imagem da partida no México

O conflito foi curto, durou apenas quatro dias, e o cessar-fogo foi assinado entre os países após intervenção da OEA. El Salvador se classificou e fez uma participação discreta na Copa de 1970, e o tratado de paz entre os países foi assinado 10 anos mais tarde.

O curto vídeo a seguir (em inglês) resume o conflito e apresenta algumas imagens interessantes sobre esse episódio da relação entre esporte e política:

Filipe de Figueiredo dos Santos Reis, graduando em Relações Internacionais pela PUC Minas.

filipedefigueiredo@hotmail.com

Coreia do Norte versus Coreia do Sul: tensão e sabotagem?

Neste ano, a CBF proibiu a “venda de mando de campo” por times mandantes, assim, um time não poderia transferir uma partida para outro estado, o que costuma ser feito por motivos econômicos, visando maiores bilheterias.

No futebol entre seleções, algo inusitado aconteceu em 2008, e mostrou no futebol as consequências das tensões entre as Coréias do Norte e do Sul. Em meio às Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2010, ambas as Coréias ficaram no Grupo 3, se enfrentando em duas ocasiões: em tese, a primeira partida na casa dos norte-coreanos, e a partida de volta em Seul.

No entanto, a posição da Coreia do Norte foi clara: o jogo aconteceria, mas em hipótese alguma seria tocado o hino da Coreia do Sul, e nem a bandeira do país poderia estar presente em seu estádio. Teve início mais um impasse entre os rivais, e a FIFA recomendou que os norte-coreanos então realizassem a partida fora de seu território. A Coreia do Norte então abriu mão de seu mando, e os times se enfrentaram em Shanghai, na China, terminando num empate em 0 a 0.

O destino ainda aguardava mais uma surpresa para os países. Ambas as seleções se classificaram para a fase seguinte das Eliminatórias, e mais uma vez, acabaram ficando no mesmo grupo! Outra vez, a Coreia do Norte mandou seu confronto com os vizinhos para Shanghai, mais uma vez empatando, dessa vez em 1 a 1 (os gols estão no vídeo abaixo).

Acontece que até o quarto e último confronto, os norte-coreanos não haviam perdido para os rivais do sul, empatando as três partidas. A quarta partida, na capital sul-coreana, terminou com a vitória do time da casa por 1 a 0, e com uma denuncia inusitada pelo técnico da Coreia do Norte: a causa da derrota de seu time foi uma infecção alimentar de seus atletas, arquitetada pela Coreia do Sul. No entanto, nada foi provado, e as tensões entre os países persistem até hoje, em diferentes arenas.

Filipe de Figueiredo dos Santos Reis, graduando em Relações Internacionais pela PUC Minas.

Contato: filipedefigueiredo@hotmail.com

Filosofia de Trabalho II

Como continuação do post anterior, escrito há mais de 2 meses, dou sequência no tema da “Filosofia de Trabalho”, tão importante para quaisquer organizações, esportivas ou não.

O conhecido Club Atlético River Plate (Buenos Aires/ARG) foi rebaixado dentro de campo em Junho/2011. Fora de campo, afundado em dívidas. Realizaram eleições e assumiu um novo presidente – remunerado e de dedicação integral -, responsável por criar uma equipe de gestores que daria a volta por cima com o clube anos mais tarde, e conquistaria a Copa Bridgestone Libertadores de 2015.

Recorto aqui alguns trechos da matéria “This is the Story of the Fall and Rise of River” (Esta é a Estória da Queda e Ascensão do River) da renomada revista inglesa “Four Four Two”. Algumas das mudanças mais significativas foi o resgate da filosofia do clube e o estabelecimento de uma cultura e ética de trabalho.

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“Mas algo se destaca, a coisa mais importante foi filosofia. Nós voltamos às nossas origens, desde as categorias de base até a equipe principal, de respeitar o estilo que nos tornou grandes e a nossa maneira de se jogar futebol. ” (tradução nossa)

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“…River começou a desempenhar com os 3 Gs que foram uma parte importante da aproximação do clube com o seu jogo: Ganar (Ganhar), Gustar (aproveitar/divertir-se) e Golear (golear).” (tradução nossa)

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“E para o River, ser River novamente foi, sobretudo, uma vitória de caráter.” (tradução nossa)

É cada vez mais evidente a questão de estabelecer uma filosofia organizacional nas instituições esportivas. Os próprios resultados das grandes equipes de ponta nas mais diversas modalidades deixam isso ainda mais claro.

Filosofia de Trabalho

Filosofia: Amigo da sabedoria, ou amor pelo saber, estudo dos problemas fundamentais ligados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos. Do grego Φιλοσοφία.

Para uma organização (esportiva ou não) implementar uma filosofia de trabalho (a verdade e os princípios morais dela), com base em sua missão, visão e valores, leva um tanto de tempo. Ela é importante para a adaptação de um colaborador e o estabelecimento de uma rotina, assim como é um dos fatores responsáveis por proporcionar entrosamento em uma equipe. É a representação da cultura de uma instituição. Em muitos casos, a implementação de uma filosofia de trabalho vem acompanhada por uma cartilha de direitos e deveres do colaborador.

Parece fútil, mas faz toda a diferença. Instituições centenárias, ou mais recentes porém sólidas, baseiam-se em uma cultura que se vislumbra em um primeiro momento para depois se desenvolver ao longo do tempo.

No futebol, dizem que o Corinthians possui algo parecido. Uma vez me disseram que o funcionário de chão de fábrica do clube é treinado a levar consigo a máxima “Aqui é Corinthians”. No Grêmio, igual, com a contratação de Roger como treinador do plantel principal e a manutenção de comissões técnicas fixas nas categorias de base. Aos poucos elas passarão aos jovens atletas um jeito de atuar próprio do clube, construído em mais de um século, através de jogadores notáveis e títulos importantes. No São Paulo, o Centro de Treinamento em Cotia possui poucos funcionários terceirizados, pelo mesmo motivo (funcionários do clube se identificam com ele, têm a essência do clube).

Insisto no tema porque reconheço este ser um dos problemas do esporte no Brasil, sobretudo no futebol. Os que citei no parágrafo anterior, são algumas exceções. O problema também ocorre em outros países. Patrick Vieira (hoje técnico do New York CFC) não quer ser treinador na Liga Inglesa porque acredita não terá tempo suficiente de implementar uma cultura de trabalho. Ele declarou à revista “FourFourTwo”: “It’s all about winning. There’s so much pressure” (Tudo é questão de vitória / É muita pressão).

Conheço um pouco dos All Blacks e a União de Rugby da Nova Zelândia. Quem é convocado para a seleção pela primeira vez ou é recrutado para trabalhar na sede da federação passa por um período de treinamento para saber onde se vai trabalhar (ou jogar), para quem (com quem) e quem na história ajudou a fazer a instituição. Isso sustentado pela Missão, Visão e seus Valores.

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Voltamos ao Corinthians e especificamente ao seu treinador, Tite. Queriam mandá-lo embora depois de uma derrota para o Tolima, na Pré-Libertadores, em 2011. Apesar do revés, mantiveram-no no cargo. Abriram mão dos resultados e da pressão (o que Vieira disse haver na Liga Inglesa, torneio que achamos exemplo de planejamento e implementação de cultura de trabalho dentro do esporte) e com o tempo criaram uma equipe campeã, sem estrelismo ou protagonistas, e em que a instituição de fato parecia estar em primeiro lugar.

Não sei por quais motivos o Tite ficou no cargo. Quero muito acreditar que tenha sido uma opção feita a partir da cultura da organização.

Negócio da China

As negociatas que envolvem jogadores do campeonato brasileiro de futebol  que se transferem aos bandos para a China formam o “assunto do momento”. Dominam a imprensa. É o tempo todo. Está chato!

O futebol tornou-se política de estado na República Popular da China. E não porque o premiê chinês curte a modalidade. Não vai ser através do tênis de mesa e da ginástica que a imagem do país e dos seus produtos irão mudar. Afinal, quantas pessoas no planeta acompanham as competições desses esportes? Não como no futebol, assustadoramente desproporcional na capacidade de engajar praticantes e torcedores.

A China de Pequim quer se posicionar no mercado global e agregar valor à sua imagem percebida pelo mundo. Investem em patrocínios nos campeonatos europeus. Fortalecem a liga local através de rios de dinheiro oferecidos aos futebolistas brasileiros e seus agentes.

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Com um campeonato nacional forte, mostram ao mundo do que são capazes. Chamam a atenção. O futebol passa a olhar para eles.

Por analogia isso faz-me lembrar do Japão no início dos anos 1990 e da Rússia nos anos 2000. Reforçaram suas ligas locais. Os japoneses sediaram uma Copa em 2002. A Rússia receberá a de 2018, e salva a FIFA, que vai precisar da China em um breve futuro.

E ainda tem a Índia que há ‘pouco’ descobriu-se no futebol. Somados os dois mercados, chinês e indiano, temos quase a metade do planeta.

Dizem que o Brasil é o país do futuro. Sempre disseram. Com futebolistas de primeira linha indo embora em debandada, o campeonato nacional fica mais fraco e a seleção também. Não valerá a pena convocar para a seleção um atleta que mora do outro lado do mundo. Cansaço de viagem, fuso horário e o desgaste não vão contribuir para o rendimento do jogador.

Campeonato mais fraco, menor o interesse, menor a audiência, menos os anúncios, menos empregos gerados. Se os clubes não se organizarem, se não houver regulamentação do mercado esportivo, quem perde é o país.

Pátria de Pranchas

Surfe não é a minha praia. Muito, mas muito pelo contrário. Gosto muito da praia, mas confesso que começo a acompanhar mais o surfe depois dos títulos mundiais de Medina e Mineirinho, na onda da grande maioria dos brasileiros, acredito.

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Bom ter compatriotas pelo segundo ano consecutivo no topo do esporte no mundo. Melhor ainda nos dois anos eles serem diferentes. Claro sinal de que o surfe brasileiro de alto desempenho está na crista, com vários integrantes. Não é à toa que formam a “Brazilian Storm”.

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Motivos para isso não faltam: mais de 7000km de praias. Referências como os Matos, Picuruta Salazar, Jorge Paulo Lemann (ele mesmo, o da AmBev), Morongo (Mormaii), Jorge Gerdau (o do aço), Teco Padaratz, Vítor Ribas e tantos outros somam-se ao sucesso do esporte. O fato de ser outdoor, o vínculo com a natureza e o estilo de vida atraem ainda mais pessoas para o surfe.

Vou ficar atento à dupla bicampeã Medina e Mineiro, ídolos nacionais e compará-los com Guga, outra referência nacional, em outro esporte. Modalidades diferentes. É inegável o crescimento do surfe e sua consolidação na cultura esportiva brasileira. O tênis não teve o mesmo caminho. Para entender isso, considera-se o acesso das pessoas ao esporte em questão, a viabilidade financeira e profissional a partir dele. Competitividade e cultura vencedora. Isso explica em parte o porquê do caminho do surfe no Brasil ser mais bem sucedido do que o do tênis.

A minha praia é a bola, sobretudo a oval (a primeira, a do rugby). Essas histórias não constituem uma fórmula mágica. Mas dão ideia do caminho que o rugby brasileiro deve seguir.

Em tempo: há quanto tempo não tinha uma postagem neste blog, hein? Quase 3 meses!

Mundo Oval

10 dias de Copa do Mundo. 19 partidas, com média de público de 51.201 pessoas. Jogos excelentes, de encher os olhos. Duelos de Titãs, como o Inglaterra x País de Gales do último sábado; o Escócia x Estados Unidos, do último domingo. Felizmente em 19 jogos, nenhum cartão vermelho, para o bem do esporte.

No entanto vê-se cada vez mais competitividade e profissionalismo entre as principais seleções do mundo: Inglaterra, País de Gales, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e França. A competitividade aumenta mas a diferença diminui de pouco em pouco. O Japão superou os poderosos Springboks (África do Sul) neste Mundial. O país que não acompanhar este crescimento terá toda a sustentabilidade do rugby local comprometida. A Itália é um desses casos. Sem seleção de 7s e com uma seleção de XV que não se renova. Por outro lado, trabalham incansavelmente o Japão, a Argentina e os Estados Unidos. Com menos recursos (humanos e financeiros), o Uruguai trabalha para o crescimento e desenvolvimento. Fora do Mundial, o Brasil, através da Confederação nacional, Federações estaduais e clubes trabalha muito bem esse crescimento, de maneira sustentável.

Por fim, o crescimento e desenvolvimento sustentados na Disciplina, no Respeito, na Integridade, Solidariedade e Paixão, pilares – hooker, segunda-linha, asas, oitavo, scrum-half, abertura, pontas, centros e full-back – deste jogo apaixonante.

Japoneses comemoram triunfo de 34 a 32 sobre os Boks

Japoneses comemoram triunfo de 34 a 32 sobre os Boks


Esses Dias na História

3 de Junho

1822 – Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembleia Constituinte brasileira

1984 – Ayrton Senna, em sua primeira temporada na F1, chega na terceira posição no Grande Prêmio de Mônaco

4 de Junho

1970 – Independência de Tonga

5 de Junho

2003 – Dissolução da República Federal da Iugoslávia

6 de Junho

1944 – Segunda Guerra Mundial: Desembarque na Normandia de 155.000 soldados das tropas aliadas (“Dia D”)

7 de Junho

1494 – Portugal e a Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas

8 de Junho

1990 – Começa o XIV Campeonato Mundial de Futebol na Itália com o jogo de abertura Camarões 1 x 0 Argentina

9 de Junho

1934 – Estreia do “Pato Donald” em The Wise Little Hen

10 de Junho

1539 – Hernando de Soto desembarca na baía do Espírito Santo (atual Sarasota, FL), nos Estados Unidos, com 600 homens

1770 – O governador de Buenos Aires, Bucarell, ordena que os ocupantes britânicos das ilhas Malvinas desocupem a zona

1776 – O Congresso de Filadélfia aprova a Declaração de Independência dos estados da união, nos Estados Unidos.

1829 – O governador das Províncias Unidas do Rio da Prata cria o Comando Político e Militar das Ilhas Malvinas

11 de Junho

***DATA MAGNA DA MARINHA DO BRASIL***

1865 – Vitória brasileira na Batalha Naval do Riachuelo, da Guerra do Paraguai

12 de Junho

1921 – Fundação do Figueirense Futebol Clube

13 de Junho

1808 – Criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro

14 de Junho

1900 – Havaí se torna parte do Estados Unidos

1982 – Fim da Guerra das Malvinas

15 de Junho

1891 – Já em tempos de República, é oficializada a Província de Minas Gerais como unidade da Federação

16 de Junho

1950 – É inaugurado o estádio “Jornalista Mário Filho”, o “Maracanã”

17 de Junho

1994 – Começa o XV Campeonato Mundial de Futebol masculino, nos EUA

18 de Junho

1908 – Aporta em Santos o navio Kasato-Maru, trazendo os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil

19 de Junho

1846 – É realizada, em Hoboken (Nova Jérsei), nos Estados Unidos, a primeira partida oficial de beisebol

20 de Junho

1995 – Fundado o Desterro Rugby Clube, em alusão ao antigo nome de Florianópolis/SC, “Nossa Senhora do Desterro”

21 de Junho

1970 – O Brasil conquista o tricampeonato mundial de futebol masculino ao venceu seu similar italiano, por 4 a 1

1978 – A Argentina vence o Peru por 6 a 0 e se classifica para a decisão da Copa do Mundo de futebol masculino daquele ano

22 de Junho

1986 – Em tarde de gala, Maradona faz os dois gols da Argentina na vitória sobre a Inglaterra por 2 a 1 em jogo válido pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de futebol masculino: “La Mano de Dios” e o “Barrilete Cósmico”

23 de Junho

***Dia Olímpico***

1894 – Fundação do Comitê Olímpico Internacional, por iniciativa do barão Pierre de Coubertin

24 de Junho

1995 – A África do Sul (Springboks) vence a Nova Zelândia (All Blacks) por 15 a 12 e conquista, pela primeira vez, a Copa do Mundo de Rugby (XV) masculino

25 de Junho

1975 – Independência do Moçambique

1978 – A Argentina vence a Holanda por 3 a 1 e conquista pela primeira vez o campeonato mundial de futebol masculino

1991 – A Croácia e a Eslovênia declaram sua independência da Iugoslávia/Jugoslávia

Mundo Virga

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