Archive for the 'Estilo de vida' Category

O FC Barcelona e o “Soft Power” da Catalunha

De imediato vos lanço um desafio: o que primeiro vem em mente ao ler a seguinte palavra: “Catalunha”? Para muitos, vem Barcelona! Não a cidade, mas sim o clube de futebol.

Joseph Nye (1990) definiu o conceito de “soft power” (poder brando) como sendo aquelas fontes de poder intangíveis, como cultura, ideologia e demais instituições em detrimento das formas de poder tradicionais, como a militar (“hard power”). Usa-se o “soft power” para conseguir o que se quer sem usar o “hard power”, é capaz de moldar, influenciar e determinar as crenças e desejos dos demais. Com isso se alcança objetivos para uma política externa através de meios não materiais.

O sucesso internacional de atletas e equipes esportivas é palco para o desenvolvimento do “soft power”. Isso porque os Estados atraem simpatizantes através dos seus valores e cultura, e fazem um discurso para que o público queira o que eles (os Estados) querem, ao projetar uma imagem específica e criando uma impressão favorável para o mundo. Uma diplomacia pública, que o próprio Nye (2008) define como sendo um instrumento que os governos utilizam para mobilizar recursos para se comunicar com e atrair o público estrangeiro.

Ora, diante de todo o conceito de diplomacia pública e poder brando, em um cenário de uma Catalunha quase ou recém independente, mas sem os recursos materiais do “hard power”, em termos de política externa para região resta o “soft power”.

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O mapa da Catalunha com o escudo do FC Barcelona

Assim sendo, não há dúvidas de que o seu principal embaixador – como sempre foi – é o Futbol Club Barcelona. O esporte claramente contribui para a marca e a imagem do Estado, ao destacar suas qualidades dentro dos pilares formadores de uma nação. Isso faz com que o orgulho nacional/regional seja potencializado através das conquistas do clube, além de projetar uma identidade particular no cenário internacional que pode ser atraente para milhares de torcedores mundo afora (Maguire et al. 2002).

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O presidente do FC Barcelona, Josep Maria Bartomeu, e as bandeiras da Catalunha e do clube

Não tenho dúvidas de que centenas de milhares de torcedores do FC Barcelona espalhados pelo mundo, sem quaisquer vínculos com a Espanha e a Catalunha, defendem a independência catalã simplesmente pelo afeto que possuem pelo clube.

Em tempo: o Rugby e a Nova Zelândia possuem parecida relação, o que é tema para outro texto.

Referências:

Maguire, J., Jarvie, G., Mansfield, L. and Bradley, J. (2002) Sport Worlds: A Sociological Perspective (Champaign, IL: Human Kinetics).

Nye, J. S. (1990) ‘Soft Power’, Foreign Policy, 80, 153-171

Nye, J. S. (2008) ‘Public diplomacy and soft power’, ANNALS, AAPSS, 616, 94-109

Feliz 7 a 1

Há um ano a seleção brasileira de futebol era derrotada pela Alemanha por 7 a 1 em plena semifinal de Copa do Mundo, jogada em casa. 5 a 0 ao intervalo. Inesquecível. Chocante e assustador. Eterno.

A Pátria é fundada através da história, de mitos, lendas e tradições. Em Portugal, são as conquistas pelo mar e a Língua Portuguesa com seus expoentes, como Bartolomeu Dias e Vasco da Gama (mar); Luís de Camões e Fernando Pessoa (língua portuguesa). Na Espanha (não em todo território), a Família Real. Na Catalunha e no País Basco, seus idiomas estão ao alcance de todos e expressam populações por séculos reprimidas. No Uruguai, o mate e o doce de leite.

Uma das instituições máximas de qualquer nação é o Exército. Ele defende e protege um povo, ou seja, o representa. Seus logros são também – simbolicamente – os de todo um povo. O Exército Brasileiro foi fundado na história da união das raças (o índio, o negro e o branco) para a expulsão dos holandeses na Batalha dos Guararapes, em 19 de Abril de 1648 (também Dia do Exército). Ao contrário de outros países, durante o período de consolidação do Estado-Nação do Brasil (século XX), as ações do seu Exército – no propósito dele – que mais ganharam projeção foram no exterior: FEB, Suez, Sinai e Angola.

Durante o século passado, o futebol alcançou grande popularidade. As publicações de Gilberto Freyre sobre a nação brasileira, fundada na mistura das raças, caíam no gosto dos intelectuais das principais cidades da República. Ao mesmo tempo o Brasil fazia muito boa campanha na Copa do Mundo de 1938, na França. Uma equipe constituída por integrantes de todas as raças que fazem o cotidiano do País. Não demorou muito para a seleção nacional de futebol se tornar a maior representante de todos os brasileiros. Para o bem e para o mal, gostem ou não, suas derrotas e vitórias passariam a ser decepções e realizações de todos.

O 7 a 1 de 8 de Julho de 2014 foi um nocaute. Não apenas dentro de campo. Além. Quem somos os brasileiros? De onde viemos e para onde iremos? Improviso ganha jogo (?)…no improviso conseguimos fazer um grande País? O “jeitinho brasileiro” é a nossa vantagem competitiva (?) …com o “jeitinho brasileiro” conseguimos fazer um grande País? O talento individual garante resultados (?) …com o talento individual sem um espírito coletivo seremos um grande País?
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Ambição, levar vantagem nas situações, fingimento, malandragem, individualismo – tão observados nos futebolistas brasileiros que nos representam em forma de Seleção e que a sociedade deixa um reconhecimento público – não são valores que fazem um grande País. Nessa linha de pensamento, a cultura da gorda gorjeta, o não respeitar a faixa de pedestre, o trânsito desorganizado (todos querem levar vantagem né?), o “Mensalão”, o “Lava Jato”, a politicagem nojenta e o desrespeito geral e irrestrito (que obriga por exemplo o governo do Rio de Janeiro a promover operações chamadas de “Choque de Ordem”) são espelhos do que somos. É medíocre. País sério não precisa promover choque de ordem. Em país sério a ordem é a tônica.

O placar de um ano atrás foi triste, mas pode ser um marco de mudanças para valorizarmos setores (sobretudo educação), comportamentos e princípios que farão o Brasil maior e melhor, multicampeão em todos os aspectos.

De Letras

Eduardo Galeano, escritor uruguaio, faleceu ontem. Conhecido mundialmente por obras como “As Veias Abertas da América Latina” e “Memória do Fogo”, eu tive ‘acesso’ a ele através do futebol. Como?!

Ora, meu livro de cabeceira é “O Futebol ao Sol e à Sombra” (1995). Leitura deliciosa que recomendo a todos os apaixonados pelo esporte e que vivem a cultura do futebol. Deixo aqui algumas frases marcantes deste livro:

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“É raro o torcedor que diz: ‘Meu time joga hoje’. Sempre diz: ‘Nós jogamos hoje’”.

“Durante mais de um século, o árbitro vestiu-se de luto. Por quem? Por ele. Agora disfarça, com cores”.

“O treinador dizia: Vamos jogar. O técnico diz: Vamos trabalhar”.

“Jogou, venceu, mijou, perdeu.” (sobre Maradona)

“Hoje em dia, o estádio é um gigantesco estúdio de televisão. Joga-se para a televisão, que oferece a partida em casa. E a televisão manda.”

“Uma jornalista perguntou à teóloga alemã Dorothee Solle: – Como a senhora explicaria a um menino o que é a felicidade? – Não explicaria – respondeu. – Daria uma bola para que jogasse”.

Sobre o estádio:

“Você já entrou, alguma vez, num estádio vazio? Experimente. Pare no meio do campo, e escute. Não há nada menos vazio que um estádio vazio. Não há nada menos mudo que as arquibancadas sem ninguém.

Em Wembley ainda soa a gritaria do Mundial de 66, que a Inglaterra ganhou, mas aguçando o ouvido você pode escutar gemidos que vêm de 53, quando os húngaros golearam a seleção inglesa.

O Estádio Centenário, de Montevidéu, suspira de nostalgia pelas glórias do futebol uruguaio. O Maracanã continua chorando a derrota brasileira no Mundial de 50. Na Bombonera, de Buenos Aires, trepidam tambores de há meio século.

Das profundezas do estádio Azteca, ressoam os ecos dos cânticos cerimoniais do antigo jogo mexicano de pelota.

Fala em catalão o cimento do Camp Nou, em Barcelona, e em basco conversam as arquibancadas do San Mamés, em Bilbao.

Em Milão, o fantasma de Giuseppe Meazza mete gols que fazem vibrar o estádio que leva seu nome.

A final do Mundial de 74, vencida pela Alemanha, continua sendo jogada, dia após dia e noite após noite, no estádio Olímpico de Munique.

O estádio Rei Fahd, na Arábia Saudita, tem camarote de ouro e mármore, tribunas atapetadas, mas não tem memória nem grande coisa que dizer.”

Obrigado, Galeano. Descanse em paz.

Eduardo-Galeano

Valores em Crise

A bolha estourou. O futebol de alto desempenho no Brasil ficou caro de uma tal maneira que a sua sustentabilidade está inviável. Salários muito altos. De atletas. De membros da comissão técnica. Das comissões de terceiros. Ingressos caros para serviços mal prestados. Violência. Cultura de trabalho nem um pouco voltada para o mercado – a eleição de Eurico Miranda no CR Vasco da Gama é sinal dos tempos. Luís Fernandes, do Ministério do Esporte, ao falar que os estádios construídos para o mundial de futebol estão em plena utilização, é a constatação plena do desconhecimento do próprio ambiente de trabalho.

Parece que todos querem levar uma parte nas comissões, em patrocínio, demissões, contratações. Uma ganância sem precedentes. Os patrocinadores fogem em debandada: Emirates e Sony romperam o aporte à FIFA. No vôlei brasileiro, o Banco do Brasil suspendeu o patrocínio para a Confederação Brasileira de Voleibol depois da constatação de irregularidades no uso dos recursos repassados à entidade. A KIA Motors já não vê vantagem em associar-se ao futebol, em função do baixo retorno e da imagem negativa que a ela pode ser associada.

Essa crise é o reflexo da sociedade. Dos valores invertidos. Da sobrevalorização de quem ganha muito e faz pouco, de quem fala muito e faz muito menos. Dos que se valem de qualquer coisa para promoção pessoal. Do carro que não para na faixa de pedestres, do que usa a vaga para deficientes a fim de favorecimento próprio. Ganância. Da sociedade que não respeita e não se dá ao respeito, que faz com que um deficiente físico suba as escadas de acesso a um voo comercial sem o auxílio de equipamentos. E em pouco mais de um ano seremos sede dos Jogos Paralímpicos!

O futebol explica a sociedade.

Por outro lado, existe esperança. Através de exemplos de quem trabalha. O basquete brasileiro tem dado um grande salto nos últimos anos. Com o acordo entre a NBA e a LNB (Liga Nacional de Basquete), tenho muita esperança de que sejamos contaminados com a cultura de trabalho norte-americana, voltada para o mercado, com teto salarial e regulamentação de todos os agentes.

É preciso valorizar o trabalho. E quem produz. Trabalho e produção movem o mundo adiante.

O Rugby e o Empreendedorismo

10 Coisas que os Empreendedores podem aprender com o Rugby

Texto adaptado de Simon Hurry

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Nos meus tempos de estudante, eu não era muito diferente em relação aos meus alunos – eu aguardava pelo fim do dia, quando a prática esportiva começava. A melhor estação do ano, certamente, era o inverno, o que significava que eu treinaria rugby. Honestamente eu nunca gostei tanto assim de jogar rugby, mas sim ser treinador. Talvez seja por que eu frequentemente era ‘esmagado’ pelos joelhos dos adversários mais fortes e grandes. Eu e a dor nunca fomos bons amigos. Mais fácil motivar outra pessoa para isso do que eu.

Olhando para trás noto que há alguns fortes paralelos entre minha jornada como empreendedor e os meus dias de rugby (como jogador e como treinador). Gostaria de dividir alguns deles com vocês:

  1. Os negócios são uma queda de braço. Você tem que lutar pelo que quer e pelo que acredita. Nada vai ser dado para você. A chave aqui é que a vida consiste em andar 3 passos pra frente, 5 para trás, 10 pra frente, 2 pra trás. No final, quantas vezes você cruzou a linha do in goal?
  1. A paixão só vai ser útil nos primeiros 5 minutos. Paixão é uma emoção e uma vez que passados os discursos e as conversas táticas, o trabalho duro começa. E não há nada mais glorioso do que o trabalho duro. É suado, sangrento e ingrato, mas move montanhas.
  1. Vão te bater forte. E algumas vezes quando você não estiver olhando. Rugby é um jogo físico. Se você não gosta de ser tackleado, não jogue. O mesmo com o seu trabalho. Se você não gosta das pancadas fortes, caia fora.
  1. Bata ou seja batido. Se você é passivo no tackle, hesitante ou simplesmente abaixa a cabeça, você pode se colocar em sério perigo. Não evite problemas. Vá pra cima deles, se posicione bem e vai para o contato, e forte. Esteja certo de que eles foram para o chão, senão eles podem continuar.
  1. O rugby tem regras. Se você se incomoda em perceber as regras para usá-las ao seu favor, você poderá ser advertido e tomar um cartão amarelo ou um vermelho, e ficar fora do jogo. Não poderá culpar ninguém, senão a si próprio. As regras determinam o jogo e o tornam possível. Leve o tempo que for para entendê-las.
  1. Jogue o seu jogo. O rugby é imperdoável para a equipe que tenta jogar o jogo da outra equipe. Entenda o que a sua oposição faz, mas não a imite. Aprenda com eles, mas jogue o seu jogo.
  1. Proteja a bola a todo o custo. Se você não tem a bola, não tem como pontuar. Pior ainda, você vai ter que se defender, e isso é duro, muito desgastante. Então, qual é a sua bola? Em que você tem que estar agarrado a todo o custo? Se você perdê-la, estará em perigo.
  1. Diversidade é força. Rugby é jogado por 15 jogadores que possuem distintas funções cada um. Toda função é uma importante peça dentro de um quebra-cabeça gigantesco. Você não pode simplesmente trocar a posição. O que você prefere: cercar-se de pessoas iguais a você ou se preparar para saber quem você precisa e quando?
  1. O rumo da bola. Uma bola de rugby é peculiar porque tem uma quicada imprevisível. A vida é como uma bola de rugby. Um dia ela pode pingar para o lado a favor e você ganhar o jogo. No outro, pingar pro outro lado e você se perder todo. A mesma bola. A mesma circunstância. Se você não entender isso, vai se dar mal. Faça o que for necessário para controlar o quique da bola, mas não leve isso para o lado pessoal.
  1. Jogue dentro dos espaços. A chave no rugby é criar espaços, assim o jogador pode ganhar território. O mesmo com o seu negócio. Crie espaços e ocupe-os o mais rápido que puder.

Mas acima de tudo, não se esqueça de que você está jogando. E essa é a parte mais fácil. Por que você ama isso tudo.

A Lembrar, a 9 Dias

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele

(Provérbios 22:6)

Guri com bola, NH, 3 Jun 2014

Sr Hélio

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O Brasil deve muito ao Sr Hélio Gracie, cujo centenário de nascimento acontece hoje, 1/10/2013. Graças a um trabalho na área que começou com ele, o país é visto como um celeiro de grandes atletas das artes marciais, mas, antes disso, de desportividade. Em meio a falsas e equivocadas impressões que os estrangeiros têm do Brasil – e até mesmo de nós mesmos -, o país é admirado e muito respeitado por quem no mínimo tem conhecimento de quem ele foi e o legado que ele deixou dentro e fora dos tatames.

Obrigado Sr Hélio por haver pensado muito adiante. Obrigado pelo exemplo.

Na seção ‘de Letra’, uma frase de Hélio Gracie


Esses Dias na História

3 de Junho

1822 – Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembleia Constituinte brasileira

1984 – Ayrton Senna, em sua primeira temporada na F1, chega na terceira posição no Grande Prêmio de Mônaco

4 de Junho

1970 – Independência de Tonga

5 de Junho

2003 – Dissolução da República Federal da Iugoslávia

6 de Junho

1944 – Segunda Guerra Mundial: Desembarque na Normandia de 155.000 soldados das tropas aliadas (“Dia D”)

7 de Junho

1494 – Portugal e a Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas

8 de Junho

1990 – Começa o XIV Campeonato Mundial de Futebol na Itália com o jogo de abertura Camarões 1 x 0 Argentina

9 de Junho

1934 – Estreia do “Pato Donald” em The Wise Little Hen

10 de Junho

1539 – Hernando de Soto desembarca na baía do Espírito Santo (atual Sarasota, FL), nos Estados Unidos, com 600 homens

1770 – O governador de Buenos Aires, Bucarell, ordena que os ocupantes britânicos das ilhas Malvinas desocupem a zona

1776 – O Congresso de Filadélfia aprova a Declaração de Independência dos estados da união, nos Estados Unidos.

1829 – O governador das Províncias Unidas do Rio da Prata cria o Comando Político e Militar das Ilhas Malvinas

11 de Junho

***DATA MAGNA DA MARINHA DO BRASIL***

1865 – Vitória brasileira na Batalha Naval do Riachuelo, da Guerra do Paraguai

12 de Junho

1921 – Fundação do Figueirense Futebol Clube

13 de Junho

1808 – Criado o Jardim Botânico do Rio de Janeiro

14 de Junho

1900 – Havaí se torna parte do Estados Unidos

1982 – Fim da Guerra das Malvinas

15 de Junho

1891 – Já em tempos de República, é oficializada a Província de Minas Gerais como unidade da Federação

16 de Junho

1950 – É inaugurado o estádio “Jornalista Mário Filho”, o “Maracanã”

17 de Junho

1994 – Começa o XV Campeonato Mundial de Futebol masculino, nos EUA

18 de Junho

1908 – Aporta em Santos o navio Kasato-Maru, trazendo os primeiros imigrantes japoneses ao Brasil

19 de Junho

1846 – É realizada, em Hoboken (Nova Jérsei), nos Estados Unidos, a primeira partida oficial de beisebol

20 de Junho

1995 – Fundado o Desterro Rugby Clube, em alusão ao antigo nome de Florianópolis/SC, “Nossa Senhora do Desterro”

21 de Junho

1970 – O Brasil conquista o tricampeonato mundial de futebol masculino ao venceu seu similar italiano, por 4 a 1

1978 – A Argentina vence o Peru por 6 a 0 e se classifica para a decisão da Copa do Mundo de futebol masculino daquele ano

22 de Junho

1986 – Em tarde de gala, Maradona faz os dois gols da Argentina na vitória sobre a Inglaterra por 2 a 1 em jogo válido pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de futebol masculino: “La Mano de Dios” e o “Barrilete Cósmico”

23 de Junho

***Dia Olímpico***

1894 – Fundação do Comitê Olímpico Internacional, por iniciativa do barão Pierre de Coubertin

24 de Junho

1995 – A África do Sul (Springboks) vence a Nova Zelândia (All Blacks) por 15 a 12 e conquista, pela primeira vez, a Copa do Mundo de Rugby (XV) masculino

25 de Junho

1975 – Independência do Moçambique

1978 – A Argentina vence a Holanda por 3 a 1 e conquista pela primeira vez o campeonato mundial de futebol masculino

1991 – A Croácia e a Eslovênia declaram sua independência da Iugoslávia/Jugoslávia

Mundo Virga

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